sábado, 30 de maio de 2015

CASOS DE VERDADE Nº 167/15

Marival Furtado Vieira


Um camarada, bate palma em frente a uma residência que estava à venda em um dos bairros considerados chiques daquela mesma cidadezinha. Ao ser atendido pela dona da casa, se identifica com sendo um pretenso candidato à compra daquela residência, pedindo para olhar a casa por dentro, sendo atendido por aquela senhora simpática.

Ao passar os panos na casa toda e fazendo algumas perguntas à proprietária, inclusive pessoais, tipo se a mesma era casada, se tinha filhos, se era empregada ou era só dona de casa. Na maior inocência, aquela comadre informa que era separada, não tinha filhos e que tem um belo emprego, que lhe permite viagens de férias duas vezes ao ano. O malandro então começou a jogar conversa fora, elogiando a casa e principalmente a dona dela. A conversa rolava solta e aquela senhora se encantando com o bom papo travado por aquele pilantra, chegando-se a esquecerem de negociarem a compra/venda da casa.  Em seguida, a bacana cai nos braços daquele vagabundo, morrendo de amores durante a tarde quente e invadindo a noite toda de prazer. Depois do fato consumado, o malandro fala em juntar seus panos de bunda o que foi aceito de imediato por aquela madame.

No dia seguinte, o safado busca apenas uma mochila no hotel onde se encontrava hospedado, dizendo que estaria ali apenas por um dia para a compra da casa e não trouxe quase nada de roupa, mas que iria buscar sua mudança no outro dia. Inocentemente a senhora concorda, avisando que iria trabalhar naquele momento e que só voltaria à noite. Dizendo a   ele que usasse a casa como se fosse sua. 

Não se fazendo de rogado, o pilantra faz um limpa na casa, inclusive contratando um caminhão de mudanças, onde levou também todos os móveis, eletrodomésticos, utensílios domésticos, enfim, deixando apenas algumas mudas de roupa daquela mal-amada. Sentindo-se enganada, registra o fato na delegacia local e pelo que sei até hoje, como canta o Pe. Alessandro Campos: NADA, NADA, NADA. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

terça-feira, 28 de abril de 2015

CASOS DE VERDADE Nº 166/15

Marival Furtado Vieira

Mais um caso de polícia...

Um grupo de amigos, sempre após suas labutas na roça, dirigia-se a um pequeno boteco, chamado por eles de “FARMÁCIA”, para ali encherem a cara daquela água que passarinho não bebe, bem como, também jogarem “bilhar”, e um deles, até amante tinha. Entre esse grupo, tinha um dos amigos, o qual era solteiro e conhecido pela turma de “bico mole”, isto porque, aquele elemento era um tremendo “dedo duro”, porém sua presença alegrava aquela turma e por isso mesmo, não era descartado daquele meio, até porque, suas deduragens eram inofensivas para o grupo.

Ocorre que em certa ocasião, o bico mole já um tanto cheio da ingrata, foi até a casa de um de seus amigos do grupo, e na ausência deste, começou a entregar aquele fulano para a esposa, dizendo que o maridão vinha a traindo com uma mulher já há bastante tempo, informando ainda o nome e endereço da beleza. Em seguida, aquele dedo duro observou que bem próximo, havia uma moita de cana e ali mesmo, sem o mínimo respeito pela esposa de seu amigo, abriu sua braguilha e começou a tirar água do joelho, dizendo em voz alta: “DA CANA VIESTES E PRA CANA VOLTARÁS”.


Exatamente neste momento, chega à sua casa, aquele amigo e vê aquela cena desagradável, indo em direção ao pinguço dedo duro, o segura pelo colarinho e começa a espancá-lo, quando sua esposa muito furiosa pela noticia que teria recebido, não deixa por menos e agride seu marido com um porrete e este ainda inocente, surpreende-se com o ataque de sua mulher, tirando dali suas próprias conclusões de que bico-mole estaria tendo caso com sua esposa e ai o pau comeu solto. A vizinhança chama a polícia e os três foram parar na delegacia de polícia, onde apresentavam várias lesões pelo corpo. 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 29 de março de 2015

CASOS DE VERDADE Nº 165/15

Marival Furtado Vieira


Era um domingo de muito sol, nos idos de 2003, e como o dia estava lindo e maravilhoso, a família de certo cidadão encontrava-se toda reunida, contando ai com irmãos, filhos, sobrinhos, netos, sogros e sogras de alguns filhos e até um bisneto. A reunião de familiares transcorria normalmente e animadamente, até certo momento em que uma das crianças, neste caso, uma linda menininha, filha do filho mais velho daquele cidadão, aprontou uma de criança “arteira”, como se diz por aqui. E isso, foi o bastante para mãe da “baby” começar a espancá-la, momento em que o avô daquela criança interferiu, defendendo sua netinha, tomando-a do braço de sua nora que segundo testemunhas, estava virada o “zezeu”. Depois da turma do “deixa disso” acalmar os ânimos de ambos, pois travava-se ali, vários insultos verbais entre sogro e nora.

Após uma pausa, houve outra discussão entre ambos, aonde além dos insultos verbais, chegou-se as aAgressões físicas entre o velho sogro e sua nora, que igual uma “fera ferida”, o arranhava com suas unhas pontudas, tendo também agredido-o com alguns tapas, momento em que o velho revidou com vários bofetões, deixando marcas pelo corpo daquela mulher que estava virada o capeta. 

A porrada comia solta, quando o marido daquela mulher, transvestida do “bicho”, entra na briga, inclusive machucando seu velho pai. Novamente a turma do “deixa disso” entra em ação e separa os brigões. Porém, a mãe daquela mulher, aciona o 190 denunciando que ali havia uma briga e a pessoa de sua filha encontrava-se machucada e sangrando, bem como, o sogro daquela. 

Como a reunião de familiares acontecia em um sítio e que ficava distante da cidade, alguns dos familiares resolveram a questão, dizendo aos brigões que se fossem pra delegacia de policia, os três brigões seriam responsabilizados por lesão corporal. Como o povo desta cidadezinha são sabidos até demais, deixaram pra lá, e quando a PM chegou, os três machucados se esconderam e se apresentaram outras três pessoas da família em seus lugares, que nada tinham a ver com o caso, dizendo aos PM’s que estava tudo resolvido, informando que fora apenas uma pequena discussão verbal de família e que os ânimos já estavam controlados. Mesmo assim, a guarnição encaminhou os três até a pequena delegacia e lá chegando, confirmaram que foi apenas uma pequena discussão entre eles, mas que tudo estava contornado. Moral da história: Todos os três liberados sem nenhuma representação, até porque, não existia ali, ninguém machucado.  Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência

sábado, 28 de fevereiro de 2015

CASOS DE VERDADE Nº 164/15

Marival Furtado Vieira

Estando mais uma vez memorizando fatos verídicos, lembrei de mais um e bem antigo, que me parece um tanto engraçado, passado naquela bela e pequena cidadezinha...

Era um dia de muito trabalho na delegacia de polícia local, como digo sempre, pelo tamanho da cidade, as ocorrências em sua grande maioria, tratavam-se de fuxicos, ou seja, briguinhas de amigas, de vizinhas, de comadres, de casais, de pequenos furtos, e raramente acontecia um caso mais grave.

Por volta das duas horas, quando adentra naquela casa da lei, um senhor embriagado, aparentando cinquenta anos de idade, dizendo-se proprietário de uma pequena chácara, onde ali cultivava o feijão, o milho e principalmente o café, além de uma pequena criação de gado leiteiro, e que também produzia queijo, requeijão e manteiga, e que eram vendidos toda semana na pequena feirinha na cidade. Este senhor foi até aquela delegacia, a fim de denunciar uma mulher que teria ficado com ele bebendo, farreando e fazendo sabe-se lá o quê?  Até àquelas horas da madrugada, dizendo que teria negociado com aquela dama da noite, em pagá-la por sua companhia com queijos, requeijões e manteiga, que sobraram de suas vendas naquela feirinha. O que foi aceito pela beldade.

Ocorre que, segundo o denunciante, aquela felina estava em conluio com um noiado que também se encontrava no local dos fatos e que tal elemento, teria furtado de sua carroça toda a produção que restava de suas vendas, dizendo ainda que a mulher estava a lhe cobrar pelos serviços prestados de acompanhante. Nessas alturas da ocorrência, chega à dita “dama”, também com o teor alcóolico elevadíssimo e parecendo um armário, medindo dois por dois, e vestida como se fosse uma piriguete, para registrar uma ocorrência contra aquele cidadão que lhe estava denunciando e exigia seu pagamento de imediato, informando ainda, que não teria nada a ver com o furto dos queijos e muito menos de seus derivados .

O comissário de plantão já cansado e pronto pra puxar uma “palhinha” e também como não tinha solução para o caso, meteu os dois no corró (tipo de cela para presos corriqueiros) para esfriarem a cabeça até chegarem a um acordo. 

Ao amanhecer, aquele comissário foi até ao corró e encontrou os dois dormindo agarradinhos e roncando igual um porco velho e uma porca desfalecida, como se estivessem em um hotel cinco estrela. É mole?  Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança, e mera coincidência.


sábado, 31 de janeiro de 2015

CASOS DE VERDADE Nº 163/15

Marival Furtado Vieira

Era um dia de semana de muito trabalho em um sítio distante daquela já famosa cidadezinha, uma vez que, o pessoal estava totalmente envolvido na colheita do café que por acaso, por aqui se produz grande quantidade do grão abençoado, como dizem aqueles produtores. 

Ao findar o término daquela colheita, seu proprietário combinou com os trabalhadores que iria vender o café na semana seguinte e só então, acertaria com cada um, suas diárias trabalhadas.

A cotação do café na semana em que o produtor deveria vender seu produto caiu muito e por isso mesmo, preferiu estocar sua produção, esperando pela alta daquele pretinho, como dizia ele.

Após duas semanas, sem alta e sem acerto com seus trabalhadores, quatro deles já muito chateados e aborrecidos, pediram ao proprietário daquele sítio que lhes pagassem suas diárias, dizendo eles e com razão, que suas diárias não tinham cotação diária e nem dependia desta. O produtor então se achando ofendido, começou a xingá-los e os expulsou de suas terras em tom de ameaças sob a mira de uma velha espingarda.

Após dois dias, como fazia sempre ao acordar, aquele produtor de café foi até seu galpão conferir seu estoque e pra sua surpresa encontrou um bilhete bem grande dizendo o seguinte: “Senhor Fulano, como nós temos família que também se alimenta como a sua, estamos apenas levando o que é nosso por direito e iremos vender na cotação do dia, uma vez que barriga vazia, não para em pé. Também se o senhor quiser ir nos denunciar na polícia, pode fazer, pois também nós iremos denunciá-lo por AMEAÇA e PORTE DE ARMA, e então iremos ver quem de nós estará com a razão. Um abraço e fique com Deus”. 

Depois disso, o agricultor refletiu e viu que eles tinham realmente razão e em seguida vendeu seu estoque com medo dos outros fazerem o mesmo. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 28 de dezembro de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 162/14

Marival Furtado Vieira

Há muito tempo, ainda naquela saudosa cidadezinha, como já disse antes, tudo pode acontecer, uma vez que seu nome, bem como, sua população está relacionada com pessoas piradas, malucas e doidonas, porém, acostumadas com muito trabalho.

Sendo que após tal labuta, aqueles moradores, também como já disse antes, se reúnem em uns poucos e pequenos bares existentes na rua, como dizem eles, a fim se se divertirem, tomando umas e outras e às vezes chegando a aprontar, quando o teor alcoólico ultrapassa seus limites.

Como tal cidadezinha é monótona, parte daqueles poucos pinguços não se arriscam irem além das duas horas da manhã, uma vez que, por volta das quatro, eles têm que botar as mãos nas tetas das vaquinhas leiteiras que já estão no aguardo, prontas para o sacrifício.

Porém, certo dia chega naquela cidadezinha, um forasteiro metido a caubói, muito falante e muito extrovertido, acompanhado por uma família que visitava amigos, vestido a caráter e querendo impressionar as menininhas que frequentavam uma casa de chopp, sendo esta a novidade do momento, portanto, lotada por todos os tipos de moradores. 

Então, o referido forasteiro chega em seu veículo, quatro portas, com ar, direção, alarme, faltando uma pinturazinha, uma vez que já estava corroída pelo tempo, pegando somente aos trancos e também algumas peças do motor eram amarradas com linha nylon, bem como, uma cabo de vassoura sustentando o porta-mala e demais acessórios de um carro que um dia ainda valeu dinheiro e que o tal forasteiro era tão apaixonado por seu veículo que,  carinhosamente o chamava de PIRIGUETÃO.

Esse mesmo forasteiro, não sabia o que era alqueire de terras, muito menos quantos metros quadrados (m2), media cada alqueire e quantos bois cabiam em um alqueire, em fim, não entendia patavina nenhuma de área rural, mas era perito em se tratando de uma espumosa e um zap-zap, sem falar claro, em sua paixão o PIRIGUETÃO, o qual foi arrematado pelo valor de 3.000,00 (Três Mil Reais), pagos em suaves prestações.

Ao encontrar um trabalhador rural no banheiro, onde foi tirar a água do joelho, foi perguntado por aquele agricultor, quantas cabeças de gado e quantos alqueires de terra possuía e humildemente respondeu que era “FRAQUINHO”. Pois teria ouvido tal conversa entre dois agricultores e criadores de gado da região e soube que fraquinho aqui, é quem tem  acima 300 alqueires de terra e aproximadamente, mil cabeças de gado. 

Segundo ainda seu dono, aquele veículo dispensou algumas piriguetes e carregou muitas outras, para locais sob suspeitas, e que tais felizardas ainda tiveram que empurrar por várias vezes aquela joia rara, nas noites da capital. Só que nesta passada pela cidadezinha, seu possante não faturou ninguém, e ainda de quebra, o deixou na mão por algumas vezes, inclusive, ficando sem uma gota de óleo, o que apenas foi trocado e nada mais. Mesmo assim, aquele aventureiro voltou feliz dirigindo seu PIRIGUETÃO, como se fosse o ultimo lançamento daquela marca.

Este é mais um caso de verdade e quaisquer semelhança é mera coincidência. 

sábado, 29 de novembro de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 161/14


Marival Furtado Vieira

Havia naquela famosa cidadezinha um elemento de personalidade muito forte e que tinha a fama de ser muito mau, porém, certo dia ainda ao amanhecer, e como de costume, fazia seu cooper diário e ao passar em frente a uma residência, deparou-se com um cão, não o capeta, mas aquele que se diz amigo do homem e este animal de tamanho razoável, começou a latir e  o encarou como se o chamasse para briga.

Não se fazendo de rogado, aquele cidadão, parou e começou a gesticular como se estivesse insultando aquele bicho mau-encarado. De imediato, o animal rosnou, mostrando seus caninos afiados, levantando seu par de meias-orelhas, uma vez que estas foram cortadas ainda quando era pequeno, bem como seu cotôco de rabo, que teimava em balançar de um lado para o outro.

Então aquele cidadão, já com muita raiva, partiu em direção ao “ AU AU” e este,  também possuído da mesma raiva de seu adversário, também foi em direção daquele elemento sem juízo, pulando com uma rapidez impressionante, e pegando o braço direito de seu oponente, rasgando suas vestes e mordendo por todo o corpo ainda malhado daquele senhor. 

Após alguns minutos de luta corporal entre aqueles dois animais, eis que chega um bêbado com um porrete nas mãos e põe aquele canino pra correr e ao observar e reconhecer a pessoa que ali estava caída toda ensanguentada, começou a quebrar no pau aquele senhor já sem condições nenhuma de reação, onde o bêbado ainda perguntou: “VOCÊ ESTÁ LEMBRADO DE MIM, SEU SAFADO? POIS É, EU SOU AQUELE MESMO QUE VOCÊ BATEU, COMO SE ESTIVESSE BATENDO EM UM CACHORRO, OU MELHOR, CACHORRO NÃO, POIS VOCÊ NÃO AGUENTOU NEN ESSE AI”. E tome porrete, só parando porque a turma do deixa disso chegou. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.


sábado, 25 de outubro de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 160/14

MarivalFurtado Vieira

Andando por ai em um carro importado, um cidadão aparentando quarenta anos de idade, o qual fumava um charuto cubano, vestindo um terno elegantíssimo e usando um chapéu panamenho, quando em dado momento, não sabendo se fora propositalmente ou não, seu veículo passa em uma poça d’água a certa velocidade e veja o que aconteceu...

Era aproximadamente 16h00 de um dia nublado, quando ao passar próximo a um buraco cheio d’água, joga lama em um senhorzinho que transitava por ali, trajando sapatos brancos, calça e camisa brancas, ficando sua roupa totalmente enlameada e de imediato o motorista dá marcha-ré em seu veículo e ao descer, diz para aquele senhor em alto e bom som: “FDP É VOCÊ”. Em seguida aquele homem, ainda coberto da cabeça aos pés de lama, responde educadamente: “MAS EU NÃO FALEI NADA”, e aquele bacana ainda responde: “NÃO FALOU, MAS PENSOU”.

Em seguida, voltou ao volante de seu carro, queimando pneu e saindo em alta velocidade, antes, porém, ainda deu um cavalo de pau e desta vez, com certeza propositalmente passou dentro daquele dito buraco e novamente jogou mais lama naquele senhorzinho. Só que desta vez, o cara metido a bacana quebrou a cara, pois o senhor, ao perceber a intenção do marmanjo, já teria engatilhado uma arma que trazia em sua cintura e pipocou primeiramente os dois pneus dianteiros, para em seguida atirar nos dois traseiros, onde o carro sem condições de trafegabilidade, teve que parar, momento em que aquele homem encosta a arma na cabeça do motorista e diz: “AGORA NÃO ESTOU PENSANDO, ESTOU DIZENDO, POIS VOCÊ É O MAIOR FDP, ALÉM DE CORNO E PORCO. APROVEITANDO DESCE DESTE CARRO E ROLA NA LAMA SEU PORCO IMUNDO”. Adivinha se o cara rolou? Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 159/14


Marival Furtado Vieira

Essa aqui parece brincadeira, porém, é a mais pura das verdades:

Certo ladrão ao roubar um supermercado, se deu mal, pois a situação saiu de seu controle. Ao parar sua motocicleta em frente ao estabelecimento comercial, enquanto assaltava aquele local, um homem aparece e furta a motocicleta do ladrão.

O assaltante ao retornar com uma sacola nas mãos, onde ali constava o produto do roubo, percebeu que sua moto havia sido furtada e ficou maluco naquela hora, andando de um lado para o outro com a sacola na mão, não acreditando que outro ladrão teria furtado sua condução. Enquanto procurava sua moto, outro homem chega mansamente e assalta o assaltante do supermercado, levando sua sacola e saindo em debelada carreira.

Ficando muito inconformado com o furto de sua moto e o roubo de sua sacola, onde constava o produto do roubo do supermercado, aquele ladrão azarado ainda teve a petulância de ir à delegacia de polícia, registrar uma ocorrência, onde ali encontrou sem querer o gerente do supermercado, o qual teria sido assaltado por aquele ladrão descarado e que foi preso na hora.

O bandido assaltante e também vítima de furto e de roubo, declarou a autoridade policial que nos dias de hoje a violência está demais, uma vez que ao sair para assaltar, volta mais pobre ainda, dizendo também que não pode levar a vida desonestamente, pois levaram sua moto novinha. Ao ser questionado se a moto ele teria comprado, disse que era dele, porque foi ele quem roubou há dois dias e que a malandragem não está deixando nem mesmo usufruir de seu suor. O ladrão ainda declarou que o assalto em cima de seu assalto era uma tremenda falta de respeito. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sábado, 16 de agosto de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 158/14


Marival Furtado Vieira

Um caso trágico para as vítimas...
Quatro safados ladrões, não tendo o mínimo de respeito pelas igrejas, as quais são chamadas de Casa de Deus, onde ali ainda tinha por volta das 23h00 de um dia qualquer, quatro pessoas que arrumavam a referida igreja para em seguida fecharem suas portas e se encaminharem para suas residências, porém, aqueles malditos vagabundos, em ato de terrorismo, todos armados com armas de grosso calibre, renderam aqueles fies e os obrigaram a lhes mostrarem onde ficava o cofre daquela Santa Casa, que após serem informados, surrupiaram toda a oferta daquela noite, bem como outros valores relativos ao dizimo que se encontrava naquele cofre, para em seguida e sobre fortes ameaças, roubarem também das vítimas seus pertences pessoais, como sendo, relógios, celulares, dinheiro e alguns cordões de ouro e anéis.

Achando pouco, aqueles ladrões malditos, ainda roubaram todo o equipamento musical da igreja. E como eram jovens, enquanto praticavam o roubo, cantavam RAP e sempre fazendo ameaças àquelas pessoas que ali se encontravam de rostos colados na parede e morrendo de medo, pois os bandidos pareciam que se encontravam noiados.


Concluído o tal roubo, o que parecia ser o chefe daquela gang, perguntou de quem era a camionete que estava estacionada na frente da igreja e com muito pavor, o dono levantou o dedo, dizendo que era sua, quando então os bandidos fizeram as vítimas colocarem todos os objetos no veículo para em seguida sumirem daquele local, antes, porém, um dos bandidos gritou para as vítimas: “VOCÊS VÃO QUEIMAREM NO FOGO DO INFERNO, SEUS MISERÁVEIS”.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência. 

sábado, 28 de junho de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 157/14



Marival Furtado Vieira

Estando a procura de mais um caso, revirei minha inesquecível memória e encontrei este...

Um cara que havia separado de sua esposa, estava em busca de outra, pois segundo ele, era dependente totalmente de mulher, não somente pelo envolvimento amoroso, mas também pelas tarefas domésticas que mal conseguia lavar um copo.

 E nesta busca incessante pela sua amada, encontrou uma morena de cabelos pretos e longos, linda e maravilhosa, sorriso cativante e boa de papo, onde de imediato se apaixona por aquela ainda jovem, de aproximadamente vinte anos mais nova que ele.

A fim de impressionar a jovem, e já em fase de paquera com esta, aquele cara deu uma de malandro e a convidou para juntos irem a uma loja de grife e ali chegando, mandou sua futura conquista comprar o que quisesse e esta não se fazendo de rogada começou olhando o que mais lhe interessava e depois de várias pesquisas naquela loja, pegou uma linda bolsa tiracolo de marca, e disse humildemente: Pronto fulano, achei essa bolsinha aqui e me dou por satisfeita, no momento não estou precisando de mais nada. Então o camarada, pensou consigo mesmo que aquilo que era mulher, pois se conformou apenas com uma bolsinha.

Ao passar no caixa, apresentou seu cartão de crédito, pensando que o valor daquela pequena bolsa seria em torno de 5% de seu salário, quando a conta foi lhe apresentada, como sendo o valor de 50% de seu salário mensal, este quase passou mal, porém, na frente daquela bela jovem, resistiu e com voz firme, disse para a caixa: divide em três vezes, por favor. Mas, só Deus sabia o que estava passando em seu coração.

Há aproximadamente dezoito anos atrás, aquela jovem casou-se com o bendito e pelo que sei até hoje, ela paga aquela famosa bolsa. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sábado, 24 de maio de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 156/14



Marival Furtado Vieira


Certo senhor daquela famosa cidadezinha, torcedor fanático do “Cruzeiro mineiro” e um grande animador de festas e eventos e muito popular em sua comunidade e porque não dizer, em seu município, certa vez em uma daquelas animadas festas, encheu tanto a cara, onde passou a chamar cachorro de cacho e urubu de meu louro, deixando ainda mais animado aquele forró, onde era o animador e que também participava juntamente com vários “bebuns”, de um desafio que seria em conquistar uma “linda morena” que ali dançava sensualmente, esnobando sua beleza, suas curvas e às vezes, deixando a mostra até sua calcinha.

A disputa estava acirrada, entre aqueles cachaceiros, já com o teor alcoólico muito além da normalidade, se exibindo dançando e rebolando, mesmo cambaleando em frente aquela “gostosa” como a tratavam entre eles e jogando xaveco, onde a cuspiam e babavam, típico dos bêbados metidos a “DON JUAN”.

Aquele mesmo cidadão e animador de festas, para impressionar a morena, tentou levar vantagem sobre os outros candidatos cachaceiros, com o microfone nas mãos e tirando sua aliança e a colocando-a no bolso, uma vez que era casado, e por sinal, com uma mulher daquele tipo de não deixar almoço pra janta e porque não dizer também, muito ciumenta.

Ao retornar para o aconchego de seu lar, aquele cruzeirense            ainda de porre esqueceu-se de tirar a aliança do bolso, onde foi encontrada por sua esposa engatada na saída de água da máquina de lavar. Depois de tal encontro, não sei dizer o que aconteceu e também não quero nem saber!  Também não sei com quem aquela linda morena ficou, se é que ficou?

 Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança e mera coincidência.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

CASOS DE VERDADE Nº 155/14

Marival Furtado Vieira

Um cidadão que fazia parte do corpo de funcionários de um grupo de empresas de mineração, sendo segundo seus colegas de trabalho, chamado de cabo velho, uma vez que seguia as normas da empresa em seus mínimos detalhes e que nunca participava da famosa roda de fumadores de maconha que naquela época existia naquele local de trabalho, apesar de gostar apenas das loiras geladas, e como gostava! Porém, certo dia, ao usar o banheiro da empresa em que trabalhava, percebeu um aroma muito forte naquele recinto e de imediato, chamou seu colega e por incrível que pareça, seu amigo, o qual fazia parte daquele grupo de maconheiros e lhe perguntou: “Fulano, que porra é essa no banheiro?” e a resposta foi a seguinte: “Cabo velho, hoje estamos com um funcionário novo e o cara não sabia onde queimar sua bostinha de boi e queimou lá no banheiro”. Então aquele cabo velho já irado mandou chamar o novo funcionário e alguns fumadores do grupo e lhes disse: Olha aqui amigos, sou conhecido aqui  como cabo velho, porém, não fumo esta merda de boi ou sei lá como vocês chamam esta bosta, porém,  quero lhes avisar que quando vocês fumarem esta porcaria, que seja em local apropriado, pois no banheiro não!
Em seguida, o safado do funcionário novo, descaradamente ofereceu uma bostinha de boi ao cabo velho e este lhe respondeu: Respeite-me camarada, quem quiser fumar que fume, mas me deixe de fora dessa, sou cabo velho, mas não entrego ninguém. Com o tempo, aquele funcionário novo, ficou também sendo amigo do cabo velho e até hoje quando se encontram, relembra daquele dia de aroma no banheiro.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.