Marival Furtado Vieira
Era uma vez, de verdade. Quando ainda muito jovem, lá pelos
idos do ano de 1968, um grupo de amigos sempre saíam aos fins de semana, para
as famosas festinhas que aconteciam nas casas de alguns amigos e colegas,
regada a caipirinha, Coca-Cola, Fanta laranja e Fanta uva, bem como, algumas
poucas cervejas Brahma.
As festinhas transcorriam sem alteração, pois os pais
daqueles que convidavam os amigos e colegas, sempre estavam de olho e por
isso mesmo, nunca havia brigas e nem discussões. Essas festinhas iam somente
até às 23:00h, quando, geralmente o pai, vai a sala e comunica o encerramento
da festinha e agradecia a presença de todos, antes, porém, avisava que todo
mundo antes de sair teriam que ajudar na limpeza da casa, o que acontecia
rapidamente.
Esse mesmo grupo que saíam juntos para as festinhas em um fusquinha de propriedade de um deles e que todos os quatros amigos já
estavam com 18 anos de idade e por isso mesmo, ao se despedirem daquele amigo
dono da festinha, pegavam suas motocicletas e partiam com destino aos puteiros
existentes naquela cidadezinha, afim de se divertirem com as DAMAS DA NOITE,
pois naquela idade, os neurônios estão a flor da pele, portanto, como diziam
eles: VAMOS NOS ALIVIAR. Como naquela casa da perdição, tudo é pago, só não a
entrada para maiores, então os quatro amigos como estavam mais lisos do que
sabão, conversaram entre si, planejando jogarem seus charmes para aquelas que
estavam sobrando naquele ambiente. E assim fizeram, porém, não tiveram êxitos.
Uma senhorinha que estava a observar aqueles garotões, já
sabia das intenções dos jovens metidos a malandros e chamou um deles a sua mesa
e se ofereceu com uma noite de prazer, com direito a bebida e mais aquilo de
graça, isto servia para todos os quatros. Então ele perguntou: A SENHORA DÁ
CONTA DE NÓS, onde ela respondeu: Primeiro, eu não sou senhora, sou uma velha
puta, segundo, se tiver mais de quatro: TÔ DENTRO. Então encheram a cara por conta daquela vovozinha e que deixaram ela a ver navios e foram embora. Logo em seguida, o motora que estava pra lá de Bagdá, dirigia o fusquinha em alta velocidade e com isso veio a colidir em outro veículo. Depois não sei o que aconteceu.
Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.






.jpg)




