domingo, 1 de maio de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 111/11



Marival Furtado Vieira


Vez em quando minha memória capta casos e fatos, ocorridos em PIRA PIRA PIROU, e este é mais um dos casos que realmente merece destaque, e o melhor que é bem recente...

Como naquela cidadezinha, tudo é motivo de festa, algumas escolas públicas promoveram um mini-campeonato de futebol, entre as alunas de diversos estabelecimentos educacionais, onde ali poderia aparecer a melhor atleta que poderia ser chamada a nível nacional, para inclusive representar a seleção canarinho de futebol feminino. Então aquelas jovens estudantes/atletas, se empenhariam ao máximo para fazerem uma bela apresentação e quem sabe talvez, estariam sendo observadas por algum olheiro anônimo que poderia ali está analisando o desempenho de cada uma delas. E eu, aproveitei para ser um desses olheiros sem compromisso com ninguém, apenas para satisfazer meu ego, até porque tenho entre umas das atletas, uma sobrinha que resolveu de um dia para o outro ser jogadora de futebol feminino e já faz parte da grande equipe colegial (?) de um dos colégios, se intitulando uma zagueira raçuda (?). Vamos ao que interessa...

Por volta de quase meio dia (?) aquelas excelentes atletas entram em campo, todas devidamente uniformizadas e cheias de poses, trazendo no peito o escudo de sua escola, onde deveriam honrá-la, colocando o coração no bico da chuteira e massacrando o time adversário, este sim, preparadíssimo, quase pronto para enfrentar qualquer JOER e trajando uniformes realmente de futebol.

Começa o jogo, e aquelas alunas/atletas que entraram em campo fazendo poses, levam o primeiro gol aos dois minutos aproximadamente, em seguida mais um, outro gol chamado de frango, um contra e mais 12 gols de todas as formas e moldes, sendo no total 16, contra nenhum daquele time de meninas moças que talvez, como minha sobrinha, jogaram muito mesmo foi PETECA em sua infância, onde confundiram com futebol. A título de informação para a técnica do grandioso time dos doze, ou dos dezesseis, houve um momento em que a goleira, deixou seu gol e foi até ao banco de reserva, tomar água ou fazer sei lá o quê, enquanto o jogo rolava e acredite se quiser, com a área abandonada por quase dois minutos, o time adversário não fez nem um golzinho. Acho que o melhor seria ficar sem a arqueira, talvez assim, não tomassem tantos gols. Caneladas e trombadas então nem se fala. No momento minha sobrinha se encontra no Dr. GEL. Só pra terminar, como diz aquele cara da TV: EU AUMENTO, MAS NÃO INVENTO. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 110/11



Marival Furtado Vieira

Em passeio pela minha memória em busca de mais um caso perdido pelo tempo, localizei mais um, também passado em PIRA PIRA PIROU, senão vejamos...

Certo cidadão pirapirapirense, já acima dos setenta anos, viúvo e com seus filhos hoje, todos casados e donos de seus narizes, como se diz um dito popular. Este mesmo cidadão não querendo outra companheira para sua vida e por não querer dar trabalho a seus filhos, portanto, vem morando sozinho, residindo na mesma casa, onde ali viveu por muitos anos em companhia de sua falecida esposa e seus filhos, até aquela ser chamada para o outro lado da vida e os filhos procurarem seus caminhos.

Certo dia estava aquele senhor pitando seu fumo, quando chega a sua residência, um casal de irmãos e amigos do referido ancião, pedindo-lhe apoio no sentido do velho ajudar um irmão daquele casal de amigos, dizendo para o mesmo que seu irmão tinha um problema muito sério, ou seja, era viciado em álcool e teria virado alcoolatra e não queria se tratar, pois sua família estava tentando de todas as formas levá-lo a um centro de recuperação pra alcoolatra, porém este se recusava, dizendo sempre que não era viciado, que estava apenas passando por uma fase de sua vida e que bastasse ficar ao lado de alguém que não bebesse, ele teria certeza que jamais voltaria a melar o bico. Portanto, aquele casal de irmãos estava ali pedindo ajuda aquele senhor, até porque este não bebia e morava sozinho, o qual ouvia atentamente o relato resumido sobre o biriteiro. E decidiu que aceitaria seu irmão apenas por trinta dias, ficando combinado que após esta data, ou o mesmo se curasse ou não, os irmãos teriam obrigação de retirar o elemento de sua casa.

Dentro de meia hora após acertarem com o velho, trouxeram o irmão com todas suas traias e panos de bunda, para uma nova temporada ao lado daquele vovô.

Após dois dias de convivência, o referido elemento já estava mandando no velho, inclusive exigindo suas roupas lavadas, sua comida feita e servida e até atendê-lo, servindo também um “golezinho de pinga”, como este dizia que era apenas pra abrir o apetite. No terceiro dia, aquele pinguço saiu pra dar umas voltas e retornou por volta das quatro da madruga, cheio da manguaça e sacaneando com aquele ancião que estava lhe dando abrigo. Uma semana após, o velho não aguentando mais, foi até a casa dos irmãos do cachaceiro pedir para retirar o elemento de sua casa, quando este teve a seguinte resposta: “NOSSO ACERTO É PRA TRINTA DIAS, PORTANTO SE VIRE”. Não tendo como resolver o problema, aquele senhor vai até aquela Delegacia de Polícia pra ver o que poderia ser feito. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 109/11


Marival Furtado Vieira

Estando mais uma vez pesquisando minha memória à procura de mais um caso que possa levar ao conhecimento dos internautas, lembrei deste que como os outros, passados na cidadezinha de PIRA PIRA PIROU. Então vamos lá...

Três bêbados resolveram saírem zoando os moradores e seus vizinhos da zona rural e para tanto, após encherem bem o “pote” daquela água que passarinho não bebe, foram até a chácara de um morador, o qual se encontrava em repouso após um dia de labuta e conversando com sua esposa, momento em que aquele trio de imbecis começaram a gritarem para o mesmo aparecer na janela e como este, não apareceu e nem abriu a mesma, os vagabundos começaram atirar para o alto e em seguida gritavam que iriam arrombar a casa e matar o casal.

Pensando no pior, aquele morador já bastante nervoso e com medo do que poderia acontecer, pegou sua companheira e fugiu pela janela dos fundos, indo se alojar na casa de seu vizinho e de lá acionou a polícia, à qual foi em seu socorro e procurou saber do ocorrido, sendo informada pela vítima que os três nojentos estavam nos arredores de sua casa atirando e gritando, fazendo várias ameaças, inclusive usando palavras de baixo calão.

Em seguida a polícia foi até o local informado e começou a fazer uma varredura pelo pasto daquela propriedade, encontrando os três safados dormindo em baixo de uma árvore existente naquele local e cada um, abraçado a uma garrafa de pinga enquanto a espingarda jogada ao lado de um dos cachaceiros. Após muito esforço para aquela guarnição acordar os pilantras, eis que um deles acorda ainda sonolento pela bebida, aponta a garrafa de pinga em direção aos policiais, como se fosse uma arma e grita “LARGUEM AS ARMAS, SE NÃO EU ATIRO”. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 28 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 108/11


Marival Furtado Vieira

Automaticamente como venho fazendo normalmente, procurando e forçando minha ainda fértil memória em busca de fatos e casos que ocorrem ou ocorreram em PIRA PIRA PIROU, encontrei mais este...

Outro jovem, este, porém já acima dos vinte anos de idade, começou a se envolver com drogas ainda aos dez anos, sendo frequentador assíduo desde as casas de menores e hoje, frequentando ativamente a única casa de detenção, ou melhor, a cadeia pública, existente naquela pequena cidade.

O referido jovem é conhecido pela alcunha de “SAÚVA”, pois é considerado uma verdadeira praga e que vive carregando para sua residência objetos furtados durante a noite, enquanto seu velho pai, já alquebrado pelo sofrimento de vê-lo nesta situação, com frequência vem acionando o “190” e devolvendo tais objetos, os quais a PM encaminham a Delegacia de Polícia e posteriormente depois de provado, são devolvidos aos seus proprietários.

Em uma época não muito distante, alguns moradores do bairro onde SAÚVA reside, procurou ajudá-lo a tirar das drogas e, por conseguinte da prática de furtos e roubos, fazendo como se diz no dito popular, uma vaquinha e internaram o referido elemento em uma casa de repouso na capital, onde este ficou apenas dois dias, fugindo dali e retornando ao seio de PIRA PIRA PIROU, se dizendo amaldiçoado e que pretendia que alguém o matasse, inclusive já tendo feito tal pedido verbalmente a sua Excelência o Dr. Juiz daquela comarca, onde este, apenas mandou o safado de volta pra cadeia ver o sol nascer quadrado, após várias ocorrências pendentes de furtos, praticados por aquele noiado.

Ao retornar para a cadeia pública, foi logo avisando que não pretendendia se matar, porém quem quisesse fazê-lo, que a oportunidade seria aquela, pois não estaria se importando mais com sua vida. De imediato, um preso daquele estilo dois por dois, pesando aproximadamente 120 kg, levantou SAÚVA pelo colarinho e quebrou o mesmo no cacete enquanto este lhe pedia até pelo amor de DEUS para que o bruta monte lhe deixasse viver, pois apenas estava brincando. O resultado da peia foram três dentes quebrados, uma costela fraturada, uma lesão profunda no olho direito e certa quantidade de hematomas pelo corpo. Este é mais um caso de verdade é qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 20 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 107/11



Marival Furtado Vieira

Novamente as voltas com minha ainda infalível memória em busca de algum caso que possa trazer a tona, lembrei de um que já se encontrava devidamente esquecido pelo tempo, e como digo sempre, PIRA PIRA PIROU é uma cidadezinha cheia de malucos e como é dito por aqui: DE MAMANDO A CADUCANDO e este é um caso “DE MAMANDO”.

Um jovem adolescente, já com diversas passagens por aquela Delegacia de Policia, até porque é viciado e usuário em drogas e para manter seu vício, vive praticando pequenos furtos, dando golpes em idosos, e envolvido com pequenos crimes.

Certa ocasião, o menor durante ao dia vai até um pequeno boteco e por lá fica perturbando a clientela daquele recinto não muito recomendado para familiares e pessoas decentes, momento em que o proprietário do estabelecimento comercial, um senhor de aproximadamente oitenta anos de idade, chama à atenção daquele adolescente, inclusive chamando-o de moleque, safado, vagabundo, noiado e ladrãozinho meia-tijela, inclusive, expulsando-o do ambiente na presença de seus fregueses. Após sua expulsão, aquele menor sentindo-se humilhado e menosprezado pelo idoso, planeja aprontar uma com aquele ancião.

Pela manhã, o proprietário daquele boteco, levanta de sua cama e ainda sonolento, vai ao banheiro e liga a bomba, como fazia diariamente, pois pretendia tomar seu banho e fazer sua higiene pessoal, porém observa que do chuveiro não caia uma gota d’água e se dirige até o poço que fica no quintal de sua casa e fica surpreso com o que viu, pois ali não mais se encontrava sua bomba d’água, porém encontra um bilhete, com os seguintes dizeres: “VELHO NOJENTO E RABUJENTO, HOJE ESTIVE AQUI TE ROUBANDO APENAS A BOMBA D’ÁGUA, AMANHÃ QUEM SABE NÃO TE ROUBAREI TODO TEU ESTOQUE DE BEBIDA. ISSO É SÓ PRA VOCÊ FICAR ESPERTO, ASSINA: LADRÃOZINHO MEIA-TIJELA”.

Depois disso, o ladrãozinho meia-tijela, pega a referida bomba coloca em uma mochila e sai à procura de venda, e pelo que sei, através do mesmo, o valor seria de R$ 10,00 (dez reais), momento em que passa a viatura da PM e vê aquele adolescente próximo a um local suspeito com uma mochila preta e dentro, uma bomba d’água. Perguntado de quem seria aquela bomba, o menor informou que achou ali naquele local. De imediato, o adolescente foi conduzido para a Delegacia de Polícia, juntamente com a bomba, onde após investigado, o mesmo confessou que FURTOU a bomba, apenas pra dar o troco pro velho proprietário daquele boteco que no dia anterior teria lhe humilhado. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 7 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 106/11


Marival Furtado Vieira 

Essa cidadezinha de PIRA PIRA PIROU, é o maior barato, por lá acontece de tudo, inclusive casos sexuais que passa a ser engraçados entre casais que realmente se amam e fazem desse relacionamento o caminho para felicidade.

Porém, nem todo dia é dia de colocar o time em campo, (para elas), até porque na maioria das vezes as mulheres trabalham fora, estudam, cuidam de casa, de seus filhos e logicamente de seus maridos.

Conheci um camarada em PIRA PIRA PIROU que passou a ser meu amigo, o qual é muito engraçado, e faz de sua vida, de sua mulher e de seu filho, como o mesmo sempre diz: “ É SÓ ALEGRIA”. Pra ele não tem tempo ruim, sempre fazendo piada de tudo que aparece pela sua frente.

Certo dia meu amigo pregou uma peça para sua estimada e querida esposa, pois esta teria trabalhado o dia todo em seu emprego, chegando a casa por volta das 18h30, devidamente cansada, porém, mesmo assim, trocou de roupa e continuou trabalhando, agora em sua residência, onde fez uma bela faxina, lavou e passou roupa, fez o jantar e ainda por cima, deu banho em seu filho, trocou a roupa do mesmo e o fez dormir o sono dos inocentes, isso após ajudar na tarefa escolar daquele pequenino.

Lá por volta das 23h30, à comadre terminou sua tarefa doméstica, duplamente cansada, foi ao banheiro tomou seu banho e como é vaidosa, ainda teve um tempinho pra si, antes de dormir, passando em seu corpo aqueles cremes que todas as mulheres vaidosas não dispensam e em seguida deitou-se ao lado de seu esposo, o qual já estava ali há várias horas mal intencionado e se preparando para ainda explorar sexualmente sua digníssima, dizendo suavemente para ela: “FULANA, ESTOU SEM CUECA”... Momento em que sua esposa lhe respondeu, ainda dando um tapinha em suas costas, dizendo: “NÃO SE PREOCUPE AMOR, COMO HOJE A TAREFA FOI ÁRDUA, AMANHÃ LAVAREI PELO MENOS TRES CUECAS PRA VOCÊ”. Depois dessa, meu amigo vestiu sua cueca e também foi dormir (Ai foi sem alegria). Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 105/11



Marival Furtado Vieira


Mais uma de PIRA PIRA PIROU...
Era um final de semana qualquer quando, um cidadão pioneiro daquela pequena cidade, se dirige ao único bailão existente ali, a fim de se divertir e para isso, começa enchendo a cara do líquido que passarinho não bebe e lá pelas tantas, começa a fazer gracinha com o mulherio que também ali se divertiam, bebendo, dançando, namorando, enfim jogando a tristeza pro alto.

O bicho já com a cara cheia, imagina-se o maior "DON JUAN" do pedaço e sai cantando “verdes e maduras” com direito inclusive de sair pelo salão passando as mãos pelos bumbuns daquelas jovens e senhoras que já devidamente suadas, rebolavam ao som de duplas sertanejas, que se apresentavam cantando e enlouquecendo-as, e que também teriam tomados umas e outras a mais.

Já por volta das duas da manhã, o safado então sem conseguir mais controlar-se, vira o “zezeu” e passa a perturbar aquelas mulheres, alisando o bubum de uma e de outra, até que uma delas, pesando aproximadamente noventa quilos, vira o braço e tasca um belo soco em sua cara, deixando o nojento esticado no chão, todo ensangüentado e malmente balbuciando. O segurança daquele local vai em direção ao mesmo a fim de retirá-lo do meio do salão e socorrê-lo, momento em que este ainda desnorteado, passa a mão na bunda daquele segurança, ai a coisa fedeu.

É chamado a PM e a guarnição composta de quatro policiais, tenta manter um diálogo com aquele cachaceiro imbecil que mal ficava de pé, e este se sentindo ofendido se arma como se fosse um lutador de boxe, chamando os policiais para a briga e ofendendo-os com palavras de baixo calão. Imaginem o que aconteceu com ele? Imaginaram? Pois é, este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sábado, 22 de janeiro de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 104/11


Marival Furtado Vieira

Enquanto continuo na revisão e correção de meu livro, aproveitei um dos raros momentos de descanso, para contar mais um caso, passado naquela já famosa cidadezinha de PIRA PIRA PIROU...

Certo cidadão procura a delegacia de polícia, a fim de comunicar um abandono de lar, segundo ele, seguido de seqüestro de seu filho de um aninho. Pois, na noite anterior o casal tivera mais um desentendimento, entre muitos outros acontecidos anteriormente, logicamente causados por ciúmes que sente de sua esposa, à qual se encontra na flor da idade, ou seja, dezoito aninhos. Porém, segundo ainda informações daquele chifrudo, pela manhã do dia seguinte, ambos se entenderam mais uma vez, ficando tudo certo e combinado, inclusive com pedidos de desculpas, e promessas de que não mais aconteceriam tais discussões, as quais eram iniciadas por aquele boi que há anos desconfiava que estivesse sendo traído, porém nunca teria pegado sua mulher com a mão na botija.

Após o café da manhã servido pela bacana, o maridão saiu para seu trabalho, prometendo voltar para o almoço como sempre fazia. Ocorre que neste dia, o mesmo ficou sem as refeiçoes, até porque sua linda esposa já cansada das agressões e das constantes discussões, resolveu sair de casa levando seu filhinho e para isso ligou para um amigo (?), pedindo ajuda para que executasse seu plano, que deveria ser colocado em prática, exatamente na ausência de seu ainda esposo.

O amigo então contratou um moto-táxi para pegar a bacana e seu filhinho em frente à redidência do casal, levando-a até certo local, onde ali já se encontrava aquele amigo em um GOL vermelho, acompanhado de outra pessoa, o qual fora indicado pelo amigo como sendo seu novo companheiro, pois segundo ele, aquele senhor já chegando aos 65 anos era dono de uma frota de carretas e ainda por cima viúvo e iria lhe dar uma boa vida, tendo apenas um problema, o referido senhor era mais catingoso que gambá e tinha mau hálito. Dizendo ainda para sua amiga agüentar o velho, pois apesar da catinga e do mau hálito, o cara era decente. Que amigo, hein? Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

CASOS DE VERDADE Nº 103/10


Marival Furtado Vieira

Repetidas vezes, tenho que me rebolar para mergulhar no meu subconsciente em busca de casos perdidos e enroscados nos miolos já quase endurecidos pelo tempo, achei mais este e automaticamente, passado na cidadezinha de PIRA PIRA PIROU, então vamos lá...

Era um domingo daqueles que parecia uma sexta-feira ou sábado, de tanto problema que acontecera naquela DELEGACIA DE POLÍCIA e para que eu não esqueça, tirei um caso entre muitos, para repassar aos internautas e mostrar que nesta cidadezinha, realmente ocorre inúmeros casos idênticos. Um cidadão e sua ex-esposa, já com a idade um tanto avançada dá entrada através da PM, naquela instituição onde o mesmo teria encontrado sua ex, tomando umas e outras, acompanhada por alguns parentes e amigos (?) do referido cidadão, o qual passou a agredi-la com tapas e rasgando suas vestes, por achar que a mesma estava se oferecendo para os homens (parentes) presentes.

Ocorre que o elemento, é igual um PASTOR ALEMÃO apesar de já estar separado há quase seis meses, acha-se no direito de controlar os passos daquela que um dia foi sua mulher e mãe de seus dois filhos e segundo o mesmo, até hoje ainda morre de ciúmes da comadre, pois tem esperanças em reconciliar-se com aquela que disse em sua cara que o mesmo pode tirar seu cavalinho da chuva, até porque não pretende nunca mais viver em companhia daquele elemento.

Sabendo da intenção de sua ex, o dito cidadão entra em parafuso, e muito nervoso, sem perceber a presença do policial de plantão, AMEAÇA a bacana, dizendo que se ele vê a mesma com outro homem, irá MATÁ-LA, depois MATARÁ o homem que estiver com ela e em seguida se MATARÁ. É muita covardia! E, segundo a BIBLIA SAGRADA, o safado se realmente cumprir sua promessa vai direto pro inferno. Acho é pouco. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

CASOS DE VERDADE Nº 102/10


Marival Furtado Vieira


Mais uma vez a procura de alguns casos e/ou fatos embolados pelas veias latejantes de minha ainda fértil memória, encontrei este...

Certo ladrão, porém metido a gostar de tudo que é bom, resolve sair furtando por ai, a fim de conseguir segundo ele, melhorar e dar uma vida digna a sua família, pois ainda de acordo com aquele maluco, o mesmo sente inveja em ver as pessoas possuírem geladeira, TV, som, sofá e até motocicletas e ele não ter conseguido até aquele momento juntar dinheiro para satisfazer sua vontade, bem como de sua mulher e, portanto, passou a furtar tais objetos, tanto para uso como para revenda.

Segundo o vagabundo, ele precisa de ajuda para que deixe a “profissão” de ladrão, considera-se um homem de bem, apenas acha que tem este distúrbio ou desvio de conduta, e por incrível que pareça, o safado é um tremendo profissional do volante, onde dirige todo tipo de veículos, incluindo ai, caminhões e carretas, operando também máquinas pesadas, inclusive sendo contratado por empresas de grande porte, onde passa apenas poucos meses até preparar um novo furto na firma.

O pilantra furtou várias armas de uma senhora e as mantinha em sua residência sem o mínimo cuidado e por várias vezes saia pela vizinhança atirando a esmo e colocando em risco a vida dos moradores do local onde o mesmo morava, chegando inclusive a AMEAÇAR alguns desafetos seu.

Em uma denúncia anônima, a polícia tomou conhecimento das peripécias do ladrão maluco e foi até sua casa e lá chegando foi observado que existia ali, desde materiais de construção, eletrodomésticos, rações, motocicletas e armas de fogo de vários calibres. Ao ser flagranteado e autuado pelo porte de arma, pois no momento encontrava-se com uma na cintura, pediu a Autoridade policial autorização para falar com a dona das armas que ele teria furtado, pois queria saber se as mesmas tinham registro. É muita cara de pau. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 7 de novembro de 2010

CASOS DE VERDADE Nº 101/10



Marival Furtado VieiraHá quase dois meses sem escrever novos casos, pois nesse espaço de tempo me encontro corrigindo e melhorando todos os casos que fazem parte de meu blog, uma vez que serão transformados em livro e que muito em breve deverá ser concluído, editado e automaticamente distribuído entre familiares, amigos e alguns colegas, pois não tenho pretensão em vendê-los, até porque não sou nenhum escritor e nem poeta.

Bem, vamos ao nosso caso, lógico que também passou-se na cidadezinha de PIRA PIRA PIROU.Um cidadão daquela cidadezinha chega a Delegacia de Polícia bastante nervoso, balbuciando alguma coisa e sem o policial de plantão conseguir entender o que se passava com o mesmo, momento em que aquele plantonista lhe serve um copo com água e pede para o cidadão acalmar-se, lhe dizendo que poderia ficar a vontade e o tempo que fosse necessário.

Passados aproximadamente cinco minutos, o cidadão se recompõe passa a narrar o seguinte: “Eu tinha um carro semi-novo, marca TAL, modelo TAL, ano 2007 mod. 2008 e era de consórcio e como ainda faltava bastante prestação, coloquei a venda por 3.000,00 (Três Mil Reais). Acontece que apareceu um indivíduo interessado no veículo, olhou, gostou e disse-me que iria pra sua casa em outra cidade bem próxima de PIRA PIRA PIROU e falaria com seu sócio a fim de adquirirem o referido veículo.
Aproximadamente quatro horas após, recebi um telefonema do interessado, pedindo que eu levasse o veículo até sua cidade, pois pagaria as despesas com combustível, uma vez que seu sócio gostaria de ver o carro. E assim foi feito, levei o veículo até sua cidade, e chegando ao local indicado, a pessoa interessada chegou acompanhado de outro elemento, dizendo que era seu sócio e pediu para que o mesmo desse uma volta pra sentir o carro, momento em que eu autorizei e aquele safado saiu conduzindo o veículo devagarzinho, enquanto o outro entrava pela porta de passageiro e vazaram em alta velocidade. Duas horas após, recebi um telefonema de um dos safados dizendo se eu quisesse o carro de volta que depositasse o valor de 3.000,00 (Três Mil Reais) em uma conta fornecida pelo mesmo e que assim que fosse confirmado o depósito, o mesmo diria onde eu encontraria o referido veículo". Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 12 de setembro de 2010

CASOS DE VERDADE Nº 100/10


Marival Furtado Vieira

Hoje, estou completando 100 (cem) CASOS DE VERDADE, desde quando pensei traduzir e trazer à público a realidade vivida pelas pessoas, as quais em sua maioria, tive a oportunidade em conhecê-las pessoalmente, até porque, grande parte delas estão relacionadas com minha profissão e portanto, daí extraí a matéria prima para este blog, respeitando suas imagens, nomes, locais e inclusive não dando nenhuma conotação e como já bem disse no meu primeiro caso de verdade, sempre AUMENTEI porém jamais INVENTEI, por isso o sugestivo nome.

Nos casos até aqui contados, todos, tive a responsabilidade em NÃO dizer onde se passou e para tanto, criei uma cidade fictícia denominada como PIRA PIRA PIROU, a qual está localizada ao norte do estado de Rondônia e que tal cidade vive exclusivamente do comércio, agricultura e pecuária, onde seus habitantes em sua grande maioria são oriundos dos estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste, poucos nordestinos e alguns perdidos nortistas, estes últimos, do qual faço parte e com a maior honra, sendo meus falecidos pais, denominados caboclos amazonenses, por terem nascidos e criados no baixo amazonas.

Estou tentando passar aos meus leitores internautas, que a partir de agora, deverei estar centrado apenas em escrever um livro, baseado em meu blog, porém cada estória deverá ter um título. Digamos que darei uma nova roupagem em cada caso e um título para o livro que deverei lançá-lo brevemente.

Meus casos de verdade sempre foram editados em meu blog, aos domingos, durante quase dois anos e que daqui para frente, talvez ainda escreva alguma coisa como Casos de Verdade, porém sem a responsabilidade dominical como vinha fazendo até hoje. Obrigado aos meus leitores e aguardem brevemente o lançamento de meu livro.

domingo, 5 de setembro de 2010

CASOS DE VERDADE Nº 099/10


Marival Furtado Vieira

Outra...

Era final de plantão naquela delegacia de polícia, quando a PM entrega ao comissário um beberrão, o qual estava tão embriagado que chamava cachorro de “cacho” e urubu de meu “louro”.
Como aquele comissário se encontrava totalmente cansado de tanta ocorrência que teria atendido, falou para aquele bebum que o mesmo iria puxar um corró (cela para presos de rotina) e o próximo plantonista (também comissário) é quem deveria resolver o problema daquele cachaceiro e meteu o bicho atrás das grades, antes, porém, se achando importante, e usando de um vocabulário de alta qualidade, uma gramática impecável e uma didática de que só as velhas raposas políticas as têm, o biriteiro ainda perguntou: Quem é você? Você não pode recolher uma autoridade, pois sou uma grande autoridade e ainda vou mandar lhe prender por abuso de autoridade. O comissário mesmo assim e ainda imaginando que poderia ser verdade o que o bebum falava, deixou-o de molho naquele corró e se mandou para o seu merecido descanso ao lado de sua família, após vinte quatro horas, de muitos pepinos acontecidos naquele plantão.

Já no comando de outro comissário, este por volta das duas da tarde, vai ao corró e retira o aloprado, que naquelas alturas do campeonato, já estaria quase bom de sua cachaçada a fim de liberá-lo e começa a passar-lhe antes, aquele sermão aplicado a todos os bêbados fregueses da delegacia.

E na oportunidade, por não conhecê-lo ou tê-lo visto antes, ainda pergunta o que aquele biriteiro fazia? Onde trabalhava, onde morava e com quem morava? E a resposta foi a seguinte e bem malcriada: você não tem nada com isso, se trabalho, onde moro e se moro com alguém, pois a vida é minha e não lhe interessa. O comissário ainda perguntou: você não disse para o meu colega que era uma grande autoridade? Então agora mostra sua credencial. E mais uma vez o bebão falou: como disse antes, você não tem nada com isso e o comissário já enfezado responde: Já que não tenho nada com isso, então vou te meter novamente no corró e assim foi feito, deixando o mesmo por mais um dia naquela cela imunda, não se sabendo até hoje, se era ou não verdade a conversa daquele elemento. Pois nunca mais foi visto em PIRA PIRA PIROU. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência. Hoje faço uma homenagem a mim e a minha esposa e companheira Rosinha que exatamente há dez anos casamos no civil, isso após quase cinco anos de aprendizado e que nos rendeu à partir de 05.09.2000, só felicidade, paz e muito amor. Graças ao nosso bom Deus.