segunda-feira, 11 de julho de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 117/11


Marival Furtado Vieira

Mais uma de Pira Pira Pirou...Um senhor aparentando setenta anos de idade, se dirige até aquela pequena delegacia de polícia, a fim de fazer uma “queixa”, como chamam por aqui o registro de ocorrência policial, porém o dito cidadão encontrava-se um tanto “bicudo”, pois apresentava um forte sintoma de embriaguez alcoólica, inclusive exalando o conhecido “BAFO DE ONÇA”.

Ao ser atendido pelo comissário de plantão, aquele idoso foi logo informando que sua vizinha, à qual é casada (?) e por sinal, “mui amiga” de sua mulher, lhe ofereceu uma transa em troca de R$ 40,00 (Quarenta Reais) momento em que o velhinho tarado teria aceitado e repassado o montante, jogando no quintal de sua vizinha “peralta e caloteira" quando esta apareceu na janela. De imediato, a vagabunda, segundo ele, recolheu o dinheiro sem que sua amiga (?) e mulher daquele coroa percebesse, uma vez que seu quintal é separado apenas por cerca tipo balaustra.

Assim que o velho safado pode falar com aquela “biscate” como se diz por aqui mulher que trai com um e com outro, encontrando a mesma em uma mercearia do bairro e perguntando quando e onde seria a “trabalhada” e esta apenas lhe respondeu que não era mais possível, pois estava arrependida, uma vez que se considerava amiguíssima de sua mulher, e conforme o velho sem-vergonha, a mesma já estava com outro pé-de-pano, como bem o disse e de acordo com ele, o cara era um rapazinho. Daí o velho ficou realmente furioso e pediu de volta seus REAIS, o que não foi atendido, pois a bacana teria emprestado a verba para seu novo amor. E “AI”, como diz o cantor Jorge Aragão, FOI QUE O BARRACO DESABOU e também como diz um velho ditado: DINHEIRO NA MÃO, COSTA NO CHÃO. E o velho foi só com o dinheiro na mão, costa no chão que é bom, NECA.

Diante de tudo isso, o safado como se encontrava alcoolizado, repetiu por diversas vezes a mesma conversa, porém aquele comissário apenas ouvia sem nada registrar. Quem manda ser velho safado, tarado e por cima, OTÁRIO? Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

terça-feira, 28 de junho de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 116/11



Marival Furtado Vieira


Novamente estando perambulando pelas curvas imaginárias de minha memória a procura de outro caso passado em PIRA PIRA PIROU, demorou um pouco, porém encontrei este...

Parecia uma noite calma naquela cidadezinha ordeira e pacata, quando em certo momento um senhor, como se diz por aqui, de meia-idade, vendia por R$ 10,00 (Dez Reais) para um jovem e por incrível que pareça, trabalhador, uma paranga de entorpecente, daquelas quase invisíveis a olho nu, devido seu tamanho e um tremendo engana besta e otários, que se dizem viciados em crack e pagam sem a menor cerimonia por aquela trouxinha, deixando inclusive de comprar a alimentação para seus filhos, apenas para satisfazerem seu ego, ou seja, manter seu vício. 

O referido cidadão infrator, já vinha há muito tempo sendo monitorado pela polícia, onde sua residência era vigiada diuturnamente, onde aqueles homens da lei passavam o pano, e vendo uma grande movimentação naquele lar criminal, onde também ali frequentavam prostitutas, ladrões, vagabundos e alguns pés-inchados.

Por volta de meia noite, policiais de PIRA PIRA PIROU, deram o flagrante no proprietário daquela residência, que naquele momento passava a já citada trouxinha para o referido jovem trabalhador que segundo este último, iria comprar duas paradas, porém o “grande traficante” só teria aquela de resto, pois de acordo com o mesmo, já teria vendido todo o seu estoque durante o dia todo e encontrava-se desfalcado do produto. Após ter sido preso, o infrator confessou friamente que estava realmente vendendo droga há aproximadamente um ano e que vinha levando uma vida mansa, como disse ele, estava com o burro amarrado na sombra. E, agora aquele traficante de meia-tigela também vai ficar um bom tempo na sombra, porém vendo o sol quadrado. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência. Em tempo: Aos jovens de Pira Pira Pirou e Alta Floresta, não sigam tal exemplo. Se querem se drogarem, que seja de AMOR AO PRÓXIMO. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 115/11


Marival Furtado Vieira

Por várias vezes venho mergulhando em meus pensamentos à procura de casos e fatos engraçados, ocorridos em PIRA PIRA PIROU e como de costume, localizei mais um, e que trago a tona para os amigos internautas tomarem conhecimento e se deliciarem...

Era uma calma segunda-feira naquela pitoresca cidadezinha e durante o dia tudo transcorreu na maior paz e tranquilidade para a polícia, onde a PM apenas fazia seu trabalho preventivo e rotineiro.

Porém, por volta das 23h00 daquele mesmo dia, um velho conhecido cachaceiro da polícia, tenta por várias vezes se jogar sobre os veículos, procurando ser atropelado para chamar à atenção de sua ex-esposa, à qual já está em outra faz hora e o abestado se embriagando diariamente de amor e muita cachaça, dizendo-se traído por sua ex como por toda sua família. O 190 é acionado por populares dando conta das peripécias do safado e ao ser abordado pela guarnição, após muita conversa para retirá-lo daquele local perigoso, o referido elemento ainda muito nervoso, bastante mamado e gritando com os policiais, é dominado e encaminhado para aquela pequena delegacia de polícia, onde ao chegar o mesmo foi logo informando que tinha seus direitos de cidadão e que precisava urgentemente beber água, uma vez que encontrava-se todo mijado e de acordo com suas informações, não podia se desidratar, portanto exigia do Comissário de plantão uma panela com água pra beber.

Como o biriteiro é muito conhecido dos policiais, dando trabalho para a polícia quase que semanalmente, aquele Comissário foi até a cozinha e pegou uma panela com água e tascou na cara do marmanjo, a fim de tirar aquele aroma tanto de cachaça como de urina e meteu o sem-vergonha no corró até o dia seguinte. Hoje infelizmente não existe mais corró na maioria das delegacias de polícia e com isso, os baderneiros e cachaceiros são liberados de imediato e ainda brincam com a cara dos policiais. É brincadeira! Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

terça-feira, 31 de maio de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 114/11



Marival Furtado Vieira

Refrescando minha inusitada memória em busca de mais um caso, localizei um em um cantinho escondido e como sempre passado em PIRA PIRA PIROU...

 Nos idos dos anos 70, uma família de pioneiros daquela cidadezinha, composta por cinco pessoas, entre crianças e adolescentes, além de seus pais, vivendo e levando suas vidas normalmente, como qualquer outra família de trabalhadores, suando para não deixar faltar nada para seus filhos, principalmente na parte alimentícia e por incrível que pareça, realmente não faltava.

Dois dos filhos do casal eram gêmeos e bem raquíticos, com aproximadamente oito anos de idade, porém comiam igual gente grande, e certa ocasião, já estudando no Jardim de Infância de uma escola dirigida por irmãs de caridade (freiras) e quase nunca participavam do recreio, pensando só “naquilo.”

Não tinha páreo duro para a dupla, conhecida por sete bóia, pois ambos se armavam de pratos e colheres e metiam ficha, sem dó e nem piedade, sendo observados com espanto por seus coleguinhas pelas peripécias alimentar daquelas duas figurinhas que pareciam serem brocadas e mortas de fome.

Como a dupla já estava famosa e dando prejuízo para aquela escola, a Irmã diretora mandou chamar os responsáveis pelas duas crianças, indo responder pelas as mesmas sua mãe, onde foi indagada por aquela religiosa, após alguns rodeios, se a dupla vinha passando fome em casa, momento em que aquela mãe sabedora das gulodices de seus filhos, respondeu que eles sempre foram bons de garfo, dizendo inclusive que ao chegarem da escola, a primeira coisa que faziam era comerem alguma coisa, pois chegavam reclamando de estarem com fome.

 Após ouvir atentamente as explicações daquela coitada mãe, a Irmã diretora disse categoricamente que ambos estariam praticando um dos sete pecados capitais, ou seja, a GULA ou então estariam com uma bruta SOLITÁRIA. Desconfiada aquela mãe, manda fazer exame de fezes em seus dois filhos e no resultado não foi constatado nada de anormal e hoje ambos estão próximo dos quarenta anos, continuam raquíticos e continuam sendo chamados de sete bóia e comendo igual a dois animais.

Alguns dias atrás, os gêmeos foram até um restaurantente daqueles que pode servir-se apenas uma vez e tiveram a ideia de compactar a comida no prato, tipo uma camada de arroz e compacta bem com uma colher, uma camada de macarrão e também compacta, outra camada de carne e compacta, e assim por diante. Não imaginavam eles que o proprietário do restaurante observava de longe a façanha da dupla e na hora de pagar, tiveram que cair com o valor três vezes mais. É mole? Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 113/11

Marival Furtado Vieira

Quando eu digo que a cidadezinha de PIRA PIRA PIROU é mesmo um antro de loucura, ninguém acredita, só mesmo vendo para crê e pode acreditar, eu vi e ouvi, porém não filmei, ficou apenas registrado em minha ainda infalível memória e que passo a narrar.

O cara é separado judicialmente da mãe de seus dois filhos aproximadamente quatro anos, inclusive sendo feito a partilha de seus bens também judicialmente, porém, uma enorme paixão o consome a cada dia, à qual também se transformou em ciúmes por aquela que um dia foi sua digníssima e que lhe dava muito afeto e carinho, porém veio perdê-la por causa da birita exagerada que consumia, ou melhor, que consome até os dias de hoje. O cara ficou desiludido com outras mulheres, segundo ele, dizendo pelos quatro cantos da cidade que não sabe viver sem o amor daquela que ainda hoje a maltrata com palavras pejorativas e para tanto, continua seguindo seus passos e dormindo diariamente em uma tuia existente nos fundos do quintal da casa pertencente a sua ex-mulher.

Como os dois são frequentadores assíduos da pequena delegacia de PIRA PIRA PIROU, sua ex não suportando mais as ameaças, perseguições e perturbações por parte daquele pé-de-cana, registrou mais uma ocorrência, das muitas já existente naquela instituição e relacionadas ao mesmo fato e infrator, informando que o referido elemento entrou em sua casa sem sua autorização e quebrou tudo, espalhando documentos daquela senhora por toda a casa e por último para infernizar com a vida daquela sofrida trabalhadora, foi ao banheiro e fez suas necessidades fisiológicas fora do vaso, deixando ainda uma cueca já bastante surrada e suspeita pendurada em seu banheiro.

Após o registro da ocorrência policial, aquela ex-parceira do maluco, pede apoio a Autoridade policial, onde foi aplicada a Lei Maria da Penha, e solicitado a Justiça uma Medida Protetiva, para que o safado não se aproxime da mesma, numa faixa de trezentos metros. Agora é só aguardar. Brevemente darei notícias sobre o desenrolar sobre a medida protetiva, pois acredito que o bicho não vai respeitar. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 112/11


Marival Furtado Vieira
Em mais um passeio pela minha memória à procura de um caso ou fato engraçado, encontrei este...

Em PIRA PIRA PIROU, vale tudo, inclusive casos amorosos em que o marido tem vida dupla com conhecimento de sua esposa, isto até uma fofoqueira de plantão entrar no meio e tentar derrubar a amante, à qual se intitula de a “OUTRA” com orgulho, até porque não lhe falta nada e vivendo dez vezes melhor que aquela sua vizinha fofoqueira, que tentou de todas as formas, porém não conseguiu destruir aquele amor safado.

Era um domingo como muitos outros que a mesma passou ao lado de seu amor, pois já se foram três anos de muita paixão, segundo ela, hoje com 23 anos de idade enquanto o safado com 56 e em plena forma, segundo ainda suas informações. Após o almoço dominical como de costume, ambos foram para o quarto se amarem e lá por volta das 14h00, começaram a perturbar a vizinha fofoqueira com gritos e gemidos, à qual é uma senhora acima dos 60 anos e talvez impossibilitada de fazer o mesmo, resolveu ligar para a esposa daquele marido safado, dizendo que o mesmo vive dando presentes para a vagabunda e que tais presentes todos de ótima qualidade e, por conseguinte todos caríssimos, como por exemplo: geladeira, televisão, som, cama, jóias e, kits e mais kits da natura. Indignada a vizinha ainda diz para a esposa que a amante de seu marido anda colocando chifre nele, pois toda vez que o mesmo sai, de imediato entra em cena, o pé de pano na casa da vadia.

A esposa após as informações recebidas pela fofoqueira vai até a casa da “OUTRA” tirar satisfação dizendo para aquela amante que soube por sua vizinha que a mesma estaria colocando chifre em seu marido e por isso mesmo, mandou a amante tomar CUIDADO PRA NÃO AMANHECER COM A BOCA CHEIA DE FORMIGA. De imediato, a “OUTRA” foi até a delegacia de polícia de PIRA PIRA PIROU para registrar uma ocorrência Policial de CALUNIA contra sua vizinha fofoqueira referente apenas aos presentes, à qual informa que tem todas as notas fiscais em seu nome e outra Ocorrência Policial de AMEAÇA contra sua sócia conjugal, manifestando inclusive o desejo de representar criminalmente contra as duas. Ai é demais. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 1 de maio de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 111/11



Marival Furtado Vieira


Vez em quando minha memória capta casos e fatos, ocorridos em PIRA PIRA PIROU, e este é mais um dos casos que realmente merece destaque, e o melhor que é bem recente...

Como naquela cidadezinha, tudo é motivo de festa, algumas escolas públicas promoveram um mini-campeonato de futebol, entre as alunas de diversos estabelecimentos educacionais, onde ali poderia aparecer a melhor atleta que poderia ser chamada a nível nacional, para inclusive representar a seleção canarinho de futebol feminino. Então aquelas jovens estudantes/atletas, se empenhariam ao máximo para fazerem uma bela apresentação e quem sabe talvez, estariam sendo observadas por algum olheiro anônimo que poderia ali está analisando o desempenho de cada uma delas. E eu, aproveitei para ser um desses olheiros sem compromisso com ninguém, apenas para satisfazer meu ego, até porque tenho entre umas das atletas, uma sobrinha que resolveu de um dia para o outro ser jogadora de futebol feminino e já faz parte da grande equipe colegial (?) de um dos colégios, se intitulando uma zagueira raçuda (?). Vamos ao que interessa...

Por volta de quase meio dia (?) aquelas excelentes atletas entram em campo, todas devidamente uniformizadas e cheias de poses, trazendo no peito o escudo de sua escola, onde deveriam honrá-la, colocando o coração no bico da chuteira e massacrando o time adversário, este sim, preparadíssimo, quase pronto para enfrentar qualquer JOER e trajando uniformes realmente de futebol.

Começa o jogo, e aquelas alunas/atletas que entraram em campo fazendo poses, levam o primeiro gol aos dois minutos aproximadamente, em seguida mais um, outro gol chamado de frango, um contra e mais 12 gols de todas as formas e moldes, sendo no total 16, contra nenhum daquele time de meninas moças que talvez, como minha sobrinha, jogaram muito mesmo foi PETECA em sua infância, onde confundiram com futebol. A título de informação para a técnica do grandioso time dos doze, ou dos dezesseis, houve um momento em que a goleira, deixou seu gol e foi até ao banco de reserva, tomar água ou fazer sei lá o quê, enquanto o jogo rolava e acredite se quiser, com a área abandonada por quase dois minutos, o time adversário não fez nem um golzinho. Acho que o melhor seria ficar sem a arqueira, talvez assim, não tomassem tantos gols. Caneladas e trombadas então nem se fala. No momento minha sobrinha se encontra no Dr. GEL. Só pra terminar, como diz aquele cara da TV: EU AUMENTO, MAS NÃO INVENTO. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 110/11



Marival Furtado Vieira

Em passeio pela minha memória em busca de mais um caso perdido pelo tempo, localizei mais um, também passado em PIRA PIRA PIROU, senão vejamos...

Certo cidadão pirapirapirense, já acima dos setenta anos, viúvo e com seus filhos hoje, todos casados e donos de seus narizes, como se diz um dito popular. Este mesmo cidadão não querendo outra companheira para sua vida e por não querer dar trabalho a seus filhos, portanto, vem morando sozinho, residindo na mesma casa, onde ali viveu por muitos anos em companhia de sua falecida esposa e seus filhos, até aquela ser chamada para o outro lado da vida e os filhos procurarem seus caminhos.

Certo dia estava aquele senhor pitando seu fumo, quando chega a sua residência, um casal de irmãos e amigos do referido ancião, pedindo-lhe apoio no sentido do velho ajudar um irmão daquele casal de amigos, dizendo para o mesmo que seu irmão tinha um problema muito sério, ou seja, era viciado em álcool e teria virado alcoolatra e não queria se tratar, pois sua família estava tentando de todas as formas levá-lo a um centro de recuperação pra alcoolatra, porém este se recusava, dizendo sempre que não era viciado, que estava apenas passando por uma fase de sua vida e que bastasse ficar ao lado de alguém que não bebesse, ele teria certeza que jamais voltaria a melar o bico. Portanto, aquele casal de irmãos estava ali pedindo ajuda aquele senhor, até porque este não bebia e morava sozinho, o qual ouvia atentamente o relato resumido sobre o biriteiro. E decidiu que aceitaria seu irmão apenas por trinta dias, ficando combinado que após esta data, ou o mesmo se curasse ou não, os irmãos teriam obrigação de retirar o elemento de sua casa.

Dentro de meia hora após acertarem com o velho, trouxeram o irmão com todas suas traias e panos de bunda, para uma nova temporada ao lado daquele vovô.

Após dois dias de convivência, o referido elemento já estava mandando no velho, inclusive exigindo suas roupas lavadas, sua comida feita e servida e até atendê-lo, servindo também um “golezinho de pinga”, como este dizia que era apenas pra abrir o apetite. No terceiro dia, aquele pinguço saiu pra dar umas voltas e retornou por volta das quatro da madruga, cheio da manguaça e sacaneando com aquele ancião que estava lhe dando abrigo. Uma semana após, o velho não aguentando mais, foi até a casa dos irmãos do cachaceiro pedir para retirar o elemento de sua casa, quando este teve a seguinte resposta: “NOSSO ACERTO É PRA TRINTA DIAS, PORTANTO SE VIRE”. Não tendo como resolver o problema, aquele senhor vai até aquela Delegacia de Polícia pra ver o que poderia ser feito. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 109/11


Marival Furtado Vieira

Estando mais uma vez pesquisando minha memória à procura de mais um caso que possa levar ao conhecimento dos internautas, lembrei deste que como os outros, passados na cidadezinha de PIRA PIRA PIROU. Então vamos lá...

Três bêbados resolveram saírem zoando os moradores e seus vizinhos da zona rural e para tanto, após encherem bem o “pote” daquela água que passarinho não bebe, foram até a chácara de um morador, o qual se encontrava em repouso após um dia de labuta e conversando com sua esposa, momento em que aquele trio de imbecis começaram a gritarem para o mesmo aparecer na janela e como este, não apareceu e nem abriu a mesma, os vagabundos começaram atirar para o alto e em seguida gritavam que iriam arrombar a casa e matar o casal.

Pensando no pior, aquele morador já bastante nervoso e com medo do que poderia acontecer, pegou sua companheira e fugiu pela janela dos fundos, indo se alojar na casa de seu vizinho e de lá acionou a polícia, à qual foi em seu socorro e procurou saber do ocorrido, sendo informada pela vítima que os três nojentos estavam nos arredores de sua casa atirando e gritando, fazendo várias ameaças, inclusive usando palavras de baixo calão.

Em seguida a polícia foi até o local informado e começou a fazer uma varredura pelo pasto daquela propriedade, encontrando os três safados dormindo em baixo de uma árvore existente naquele local e cada um, abraçado a uma garrafa de pinga enquanto a espingarda jogada ao lado de um dos cachaceiros. Após muito esforço para aquela guarnição acordar os pilantras, eis que um deles acorda ainda sonolento pela bebida, aponta a garrafa de pinga em direção aos policiais, como se fosse uma arma e grita “LARGUEM AS ARMAS, SE NÃO EU ATIRO”. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 28 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 108/11


Marival Furtado Vieira

Automaticamente como venho fazendo normalmente, procurando e forçando minha ainda fértil memória em busca de fatos e casos que ocorrem ou ocorreram em PIRA PIRA PIROU, encontrei mais este...

Outro jovem, este, porém já acima dos vinte anos de idade, começou a se envolver com drogas ainda aos dez anos, sendo frequentador assíduo desde as casas de menores e hoje, frequentando ativamente a única casa de detenção, ou melhor, a cadeia pública, existente naquela pequena cidade.

O referido jovem é conhecido pela alcunha de “SAÚVA”, pois é considerado uma verdadeira praga e que vive carregando para sua residência objetos furtados durante a noite, enquanto seu velho pai, já alquebrado pelo sofrimento de vê-lo nesta situação, com frequência vem acionando o “190” e devolvendo tais objetos, os quais a PM encaminham a Delegacia de Polícia e posteriormente depois de provado, são devolvidos aos seus proprietários.

Em uma época não muito distante, alguns moradores do bairro onde SAÚVA reside, procurou ajudá-lo a tirar das drogas e, por conseguinte da prática de furtos e roubos, fazendo como se diz no dito popular, uma vaquinha e internaram o referido elemento em uma casa de repouso na capital, onde este ficou apenas dois dias, fugindo dali e retornando ao seio de PIRA PIRA PIROU, se dizendo amaldiçoado e que pretendia que alguém o matasse, inclusive já tendo feito tal pedido verbalmente a sua Excelência o Dr. Juiz daquela comarca, onde este, apenas mandou o safado de volta pra cadeia ver o sol nascer quadrado, após várias ocorrências pendentes de furtos, praticados por aquele noiado.

Ao retornar para a cadeia pública, foi logo avisando que não pretendendia se matar, porém quem quisesse fazê-lo, que a oportunidade seria aquela, pois não estaria se importando mais com sua vida. De imediato, um preso daquele estilo dois por dois, pesando aproximadamente 120 kg, levantou SAÚVA pelo colarinho e quebrou o mesmo no cacete enquanto este lhe pedia até pelo amor de DEUS para que o bruta monte lhe deixasse viver, pois apenas estava brincando. O resultado da peia foram três dentes quebrados, uma costela fraturada, uma lesão profunda no olho direito e certa quantidade de hematomas pelo corpo. Este é mais um caso de verdade é qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 20 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 107/11



Marival Furtado Vieira

Novamente as voltas com minha ainda infalível memória em busca de algum caso que possa trazer a tona, lembrei de um que já se encontrava devidamente esquecido pelo tempo, e como digo sempre, PIRA PIRA PIROU é uma cidadezinha cheia de malucos e como é dito por aqui: DE MAMANDO A CADUCANDO e este é um caso “DE MAMANDO”.

Um jovem adolescente, já com diversas passagens por aquela Delegacia de Policia, até porque é viciado e usuário em drogas e para manter seu vício, vive praticando pequenos furtos, dando golpes em idosos, e envolvido com pequenos crimes.

Certa ocasião, o menor durante ao dia vai até um pequeno boteco e por lá fica perturbando a clientela daquele recinto não muito recomendado para familiares e pessoas decentes, momento em que o proprietário do estabelecimento comercial, um senhor de aproximadamente oitenta anos de idade, chama à atenção daquele adolescente, inclusive chamando-o de moleque, safado, vagabundo, noiado e ladrãozinho meia-tijela, inclusive, expulsando-o do ambiente na presença de seus fregueses. Após sua expulsão, aquele menor sentindo-se humilhado e menosprezado pelo idoso, planeja aprontar uma com aquele ancião.

Pela manhã, o proprietário daquele boteco, levanta de sua cama e ainda sonolento, vai ao banheiro e liga a bomba, como fazia diariamente, pois pretendia tomar seu banho e fazer sua higiene pessoal, porém observa que do chuveiro não caia uma gota d’água e se dirige até o poço que fica no quintal de sua casa e fica surpreso com o que viu, pois ali não mais se encontrava sua bomba d’água, porém encontra um bilhete, com os seguintes dizeres: “VELHO NOJENTO E RABUJENTO, HOJE ESTIVE AQUI TE ROUBANDO APENAS A BOMBA D’ÁGUA, AMANHÃ QUEM SABE NÃO TE ROUBAREI TODO TEU ESTOQUE DE BEBIDA. ISSO É SÓ PRA VOCÊ FICAR ESPERTO, ASSINA: LADRÃOZINHO MEIA-TIJELA”.

Depois disso, o ladrãozinho meia-tijela, pega a referida bomba coloca em uma mochila e sai à procura de venda, e pelo que sei, através do mesmo, o valor seria de R$ 10,00 (dez reais), momento em que passa a viatura da PM e vê aquele adolescente próximo a um local suspeito com uma mochila preta e dentro, uma bomba d’água. Perguntado de quem seria aquela bomba, o menor informou que achou ali naquele local. De imediato, o adolescente foi conduzido para a Delegacia de Polícia, juntamente com a bomba, onde após investigado, o mesmo confessou que FURTOU a bomba, apenas pra dar o troco pro velho proprietário daquele boteco que no dia anterior teria lhe humilhado. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 7 de março de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 106/11


Marival Furtado Vieira 

Essa cidadezinha de PIRA PIRA PIROU, é o maior barato, por lá acontece de tudo, inclusive casos sexuais que passa a ser engraçados entre casais que realmente se amam e fazem desse relacionamento o caminho para felicidade.

Porém, nem todo dia é dia de colocar o time em campo, (para elas), até porque na maioria das vezes as mulheres trabalham fora, estudam, cuidam de casa, de seus filhos e logicamente de seus maridos.

Conheci um camarada em PIRA PIRA PIROU que passou a ser meu amigo, o qual é muito engraçado, e faz de sua vida, de sua mulher e de seu filho, como o mesmo sempre diz: “ É SÓ ALEGRIA”. Pra ele não tem tempo ruim, sempre fazendo piada de tudo que aparece pela sua frente.

Certo dia meu amigo pregou uma peça para sua estimada e querida esposa, pois esta teria trabalhado o dia todo em seu emprego, chegando a casa por volta das 18h30, devidamente cansada, porém, mesmo assim, trocou de roupa e continuou trabalhando, agora em sua residência, onde fez uma bela faxina, lavou e passou roupa, fez o jantar e ainda por cima, deu banho em seu filho, trocou a roupa do mesmo e o fez dormir o sono dos inocentes, isso após ajudar na tarefa escolar daquele pequenino.

Lá por volta das 23h30, à comadre terminou sua tarefa doméstica, duplamente cansada, foi ao banheiro tomou seu banho e como é vaidosa, ainda teve um tempinho pra si, antes de dormir, passando em seu corpo aqueles cremes que todas as mulheres vaidosas não dispensam e em seguida deitou-se ao lado de seu esposo, o qual já estava ali há várias horas mal intencionado e se preparando para ainda explorar sexualmente sua digníssima, dizendo suavemente para ela: “FULANA, ESTOU SEM CUECA”... Momento em que sua esposa lhe respondeu, ainda dando um tapinha em suas costas, dizendo: “NÃO SE PREOCUPE AMOR, COMO HOJE A TAREFA FOI ÁRDUA, AMANHÃ LAVAREI PELO MENOS TRES CUECAS PRA VOCÊ”. Depois dessa, meu amigo vestiu sua cueca e também foi dormir (Ai foi sem alegria). Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

CASOS DE VERDADE Nº 105/11



Marival Furtado Vieira


Mais uma de PIRA PIRA PIROU...
Era um final de semana qualquer quando, um cidadão pioneiro daquela pequena cidade, se dirige ao único bailão existente ali, a fim de se divertir e para isso, começa enchendo a cara do líquido que passarinho não bebe e lá pelas tantas, começa a fazer gracinha com o mulherio que também ali se divertiam, bebendo, dançando, namorando, enfim jogando a tristeza pro alto.

O bicho já com a cara cheia, imagina-se o maior "DON JUAN" do pedaço e sai cantando “verdes e maduras” com direito inclusive de sair pelo salão passando as mãos pelos bumbuns daquelas jovens e senhoras que já devidamente suadas, rebolavam ao som de duplas sertanejas, que se apresentavam cantando e enlouquecendo-as, e que também teriam tomados umas e outras a mais.

Já por volta das duas da manhã, o safado então sem conseguir mais controlar-se, vira o “zezeu” e passa a perturbar aquelas mulheres, alisando o bubum de uma e de outra, até que uma delas, pesando aproximadamente noventa quilos, vira o braço e tasca um belo soco em sua cara, deixando o nojento esticado no chão, todo ensangüentado e malmente balbuciando. O segurança daquele local vai em direção ao mesmo a fim de retirá-lo do meio do salão e socorrê-lo, momento em que este ainda desnorteado, passa a mão na bunda daquele segurança, ai a coisa fedeu.

É chamado a PM e a guarnição composta de quatro policiais, tenta manter um diálogo com aquele cachaceiro imbecil que mal ficava de pé, e este se sentindo ofendido se arma como se fosse um lutador de boxe, chamando os policiais para a briga e ofendendo-os com palavras de baixo calão. Imaginem o que aconteceu com ele? Imaginaram? Pois é, este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.