sábado, 30 de junho de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 203/18


Marival Furtado Vieira

Este é mais um caso que somado aos demais, me parece engraçado e, portanto, irei contar como aconteceu...

O esposo sai em busca de aventura, como sempre fazia aos finais de semana após ter labutado em sua chácara, na colheita do café. Esquecendo-se que sua esposa e companheira, também estivera à frente da referida colheita e mais, após o trabalho na roça, ainda cuidava das crianças, lavava suas roupas, limpava a casa e preparava a alimentação da família sem nada reclamar ou chatear aquele figurão que se achava última bolacha do pacote. 

Pois bem, o cara esteve à noite toda na farra, bebeu, comeu, sabe-se lá o quê? Dançou, enfim, se divertiu a vontade e até se embriagou, chegando a sua residência por volta das cinco da manhã mamado, gritando e acordando todos de casa e até alguns vizinhos, xingando sua esposa de biscate, safada e preguiçosa. Após ouvir todos os xingamentos, àquela senhora honrada e trabalhadora, ainda teve a coragem de questionar seu esposo, perguntando qual o motivo que o levara a xingá-la daquela maneira, uma vez que, enquanto ele se divertia, ela apenas continuou trabalhando nos afazeres de casa e cuidando de seus filhos, portanto, disse: Quem é o biscate, safado e preguiçoso aqui, é você

Ouvindo isso, aquele cachaceiro partiu pra cima da esposa, a fim de agredi-la, momento em que a esposa, tomando uma atitude de poder e bem enérgica, disse: “PARE AI, NÃO VENHA ME AGREDIR E NEM ME ESPANCAR, POIS VOU TE DIZER APENAS O SOBRENOME DE MINHA MADRINHA, QUE CHAMA-SE PENHA”. Isto, ela se referindo a Lei MARIA DA PENHA. 

No dia seguinte, aquela esposa ainda bastante nervosa, vai até aquela delegacia de policia registrar uma ocorrência de AMEAÇA com pedido de representação criminal, contra o infrator e seu futuro ex-marido, segundo ela. Uma semana após o fato, por acaso, encontrei o casal nos maiores amores em uma praça daquela cidadezinha.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

sábado, 9 de junho de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 202/18



Marival Furtado Vieira

Em busca de mais um caso ou fato ocorrido naquela mesma cidadezinha, captei este, passado há longos anos...

Durante uma campanha política, onde naquela época era eleito quem podia mais, ou seja, quem tinha mais “money”  (dinheiro), para compra de votos e manter seus eleitores em currais eleitorais até a hora de votar, onde os assessores dos candidatos transportavam aqueles eleitores, ou melhor, aqueles cavalos de cabresto, até o local de suas zonas eleitorais.

Porém, para surpresa de um dos candidatos, um provável eleitor seu, pegou os 50% (cinquenta p/cento) do valor combinado, conseguiu fugir do curral eleitoral e foi imediatamente pra zona, não a eleitoral e sim para  a zona do baixo meretrício e começou a encher a cara.

Por volta das 16h00, o elemento já devidamente alcoolizado, ainda lembrou que teria que votar, naquele candidato que pelas costas, tratava-o como corrupto, safado, ladrão, canalha e outros adjetivos que me falha a memória no momento. Após pagar suas despesas, naquele lupanar, saiu ainda que cambaleando de um lado para o outro, trocando as pernas, uma vez que teria ingerido bastante cachaça e foi em direção ao local de votação, pagar sua dívida com o tal candidato, como dizia ele,  e pegar o restante de seu pagamento, pois pretendia retornar e continuar sua farra naquele ambiente de prostituição.

Ao chegar a seu local de votação, já bastante embriagado e alterado,  gritando e dizendo que queria votar e pronunciando a todo o momento, o nome de seu candidato, pois lhe devia obrigação, até porque teria vendido seu voto e teria recebido a metade adiantado, e estava ali pra cumprir com sua obrigação de homem de palavra. 

Em seguida, foi acionada a polícia que de imediato jogou o cachaceiro no camburão, levando direto para a delegacia de polícia, onde foi curar sua cachaça a mando de seu próprio candidato, que naquele momento se encontrava no local de votação do cachaceiro. Naquela época era assim: “Quem pode, pode, quem não pode, se sacode,” como se diz em um velho ditado. 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.


domingo, 29 de abril de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 201/18


Marival Furtado Vieira

Certa vizinha, que, por conseguinte era concunhada da outra, pois ambas eram casadas com dois irmãos, registrou uma ocorrência naquela pequena delegacia de polícia até porque, uma delas tinha um gato "MIAU", o qual vinha perturbando o sossego quase que diariamente daquela maldosa vizinha, aonde o mesmo vinha derrubando suas panelas, baldes, pratos e etc., e, portanto, enchendo o seu coração de ódio pelo terrível bichano. 

Um belo dia, aquela mesma vizinha, já não suportando mais as travessuras do famoso gatinho, colocou veneno da marca "GRAMOCIL" para o mesmo beber e o otário do bichano encheu a cara do líquido fatal, e com isso, o danado do gato, veio a óbito, porém, com a barriga cheia de veneno!

Achando que era pouco, a vizinha enfurecida também deu o mesmo veneno para as galinhas que nada tinham a ver com a peraltice do bichinho peludo e todas elas, foram para o "SACO" também.

Achando que aquilo não era nada, a dita vizinha e concunhada da outra, envenenou o poço de onde aquela família consumia água, AI O CASO É SÉRIO.

Os maridos por serem irmãos, tentaram de todas as formas abafarem o caso, fazendo com que suas mulheres entrassem em um acordo, para que ficasse resolvido apenas por uma simples desculpa que seria pedido pela infratora, porém, a vizinha prejudicada , não aceitou desistir da denúncia formalizada, uma vez que, achava que sua concunhada foi longe demais e poderia ter matado todos os moradores daquela casa, inclusive seus filhos que ainda eram crianças. COM RAZÃO. 

Toda e qualquer semelhança é mera coincidência.

sábado, 31 de março de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 200/18


Marival Furtado Vieira




Este é um dos Casos de Verdade que escreverei como se estivesse dentro do conto, e por sinal, estava, até porque, trata-se de duas datas importantes, a primeira pelo fato de chegar ao número 200 (duzentos) CASOS DE VERDADE e a segunda, muito além de importante, pois, há 38 anos nascia o meu filho caçula, o qual traz meu nome em sua certidão de nascimento, ou seja: MARIVAL FURTADO VIEIRA JÚNIOR, a quem nesta data, deixo minha pequena e singela homenagem com este conto que me fez voltar aos seis meses de vida dele. Então vamos lá...

Era um dia normal de trabalho e a cidadezinha como sempre pacata, sem maiores alterações, até que o telefone comercial toca e do outro lado da linha, sua mãe informava que o “baby” encontrava-se com febre muito alta e que eu o socorresse imediatamente, o que foi feito.

Naquela época, existia um hospital público de renome, onde funcionava seu pronto socorro, portanto, muito concorrido. Ao dar entrada, o moleque que era um “gordinho fofinho”, foi colocado no corredor, apenas forrado com um lençol. Como era caso de emergência, de imediato foi atendido ali mesmo pelo médico de plantão, onde foi receitado com uma medicação injetável. 

 Ocorre que a enfermeira, uma senhora já com a idade bastante significativa, tentou por várias vezes acertar a veia daquela criança, não conseguindo até a quarta furada e que tentou aplicar pela quinta vez, momento em que tirei meu filho das mãos daquela enfermeira gagá e o levei para um hospital particular, onde foi atendido decentemente e sem sofrimento. Graças a Deus, hoje ele está aqui conosco, sendo pai de três meninas, a mais velha com 16 anos e a menor com dois.

Júnior, não só nesta data, mas em muitas outras que por certo virão, quero te desejar muita saúde, paz, felicidade, sucesso e muito amor ao lado de tua esposa e filhas e que Deus te abençoe. FELIZ ANIVERSÁRIO, O PAI TE AMA, meu parceiro de pescaria. E revolucionário! Também fica aqui, o meus parabéns para o Tacinho, que aniversaria hoje também,  filho da Tammy, à qual é filha de minha Rosinha.

Este e mais um caso de verdade verdadeiro e de pura verdade!...

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 199/18


Marival Furtado Vieira



Havia naquela famosa cidadezinha um elemento de personalidade muito forte e que tinha a fama de ser muito mau, porém, certo dia ainda ao amanhecer, e como de costume, fazia seu cooper diário e ao passar em frente a uma residência, deparou-se com um cão, não o capeta, mas aquele que se diz amigo do homem e este animal de tamanho razoável, dentuço e de cara feia, começou a latir e  o encarou como se o chamasse para briga.

Não se fazendo de rogado, aquele cidadão, parou e começou a gesticular como se estivesse insultando aquele bicho mal-encarado, de imediato, o animal rosnou, mostrando seus caninos afiados, levantando seu par de meia-orelhas, uma vez que estas foram cortadas ainda quando  pequeno, bem como seu cotoco de rabo, que teimava em balançar de um lado para o outro.

Então aquele cidadão, já com muita raiva, partiu em direção ao “ AU AU” e este,  também possuído da mesma raiva de seu adversário,  foi em direção daquele elemento sem juízo, pulando com uma rapidez impressionante, e pegando o braço direito de seu oponente, rasgando suas vestes e mordendo por todo o corpo ainda malhado daquele senhor. 

Após alguns minutos de luta corporal entre aqueles dois animais, eis que chega um bêbado com um porrete nas mãos e põe aquele canino pra correr e ao observar e reconhecer a pessoa que ali estava caída toda ensanguentada, começou a quebra-lo no pau aquele senhor, que já sem condições nenhuma de reação, onde o bêbado ainda perguntou: “VOCÊ ESTÁ LEMBRADO DE MIM, SEU SAFADO? POIS É, EU SOU AQUELE MESMO QUE VOCÊ BATEU, COMO SE ESTIVESSE BATENDO EM UM CACHORRO, OU MELHOR, CACHORRO NÃO, POIS VOCÊ NÃO AGUENTOU NEN ESSE AI”. E tome porrete, só parando porque a turma do deixa disso chegou. 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

CASOS DE VERDADE Nº 198/18

Marival Furtado Vieira

Há bastante tempo, onde ainda aquela cidadezinha era apenas um pequeno município, sem nenhuma tradição, vivendo seu povo apenas do suor de seu trabalho, não trazendo ali problemas policiais de grandes vultos, sendo considerada pelas autoridades, como uma cidade ordeira em comparação a muitas outras e, portanto, como prova, lá vai essa...

Estava quase concluindo o plantão naquela pequena delegacia de polícia, um plantão esticado de 24 horas, porém como sempre, sem grandes novidades a não ser, os já tradicionais e costumeiros fuxicos entre vizinhos, maridos e mulheres, amigas biscateiras e alguns pés-inchados.

Momento em que adentra ao recinto, uma guarnição composta por cinco PM’s, todos fortemente armados, conduzindo um biriteiro o qual pelas condições aparentes, se encontrava pra lá de Bagdá, não sabendo ao menos onde estava naquele momento e nem mesmo sabia quem os conduzia, até porque, só balbuciava e repetia uma frase, a qual após várias tentativas, o policial de plantão conseguiu decifrar, e que através de sua dificultada didática dizia: “EU MATO, EU MATO, EU MATO, QUEM RELAR A MÃO EM MIM.”

Após a PM entregar seu B.O, bem como,  o biriteiro ao policial de plantão, este ainda perguntou o que teria acontecido de anormal com aquele cachaceiro, onde o comandante da guarnição deu algumas informações extras, dizendo que o elemento se encontrava em um bar já muito conhecido por lá, onde o C... de cana, andava de mesa em mesa sacaneando  e perturbando os fregueses e onde passava, levava tapa na cara, prova é,  que seu rosto estava bastante inchado de tanto apanhar.

Segundo ainda a guarnição, o safado só não apanhou mais, porque outro cachaceiro, seu parceiro, ligou para o 190 e mesmo assim, aquele pinguço ainda veio ameaçando os PM’S, dizendo que matava inclusive pulíça. Bem, o resto, ele sonhou muito no corró, durante a noite toda, regado a baldes de água. É mole?


Este é mais um caso de verdade, e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 31 de dezembro de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 197/17

Marival Furtado Vieira


Novamente me encontro em busca de mais um caso e para isso, venho forçando minha eloqüente memória e por incrível que pareça, localizei mais um, o qual se encontrava estocado em um cantinho de minha massa cefálica e que obviamente passo a contar...

Como já comentei anteriormente, naquela cidadezinha o que mais se encontra são pessoas humildes e desavisadas, sendo, portanto, presas fácies de cairem em golpes aplicados por estelionatários, mais conhecidos por 1-7-1; pilantras; safados e sem-vergonhas.

Um senhor de aproximadamente 40 anos de idade, adentra àquela pequena delegacia de polícia, portando um celular e aos prantos falava com alguém, quando ainda chorando muito e totalmente descontrolado, passou o aparelho ao policial que estava de plantão, dizendo que seu filho estava seqüestrado e se encontrava nas mãos daqueles bandidos, então o policial ouvia do outro lado da linha, um choro fajuta entre várias outras vozes já conhecidas da polícia bem como ameaças de morte ao possível filho daquele senhor, caso não fosse repassado o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), na conta-corrente que os pilantras repassariam.

Em seguida, o policial devolve o aparelho a seu dono, orientando-o para que o mesmo fosse negociando o resgate com os bandidos, enquanto alguém que acompanhava aquele pai, também foi orientado para ligar no celular do filho e verificasse se era ele mesmo que estava nas mãos daqueles nojentos.

Para surpresa daquele pai e não para a polícia, seu filho se encontrava naquele momento em seu local de trabalho, labutando e garantido o pão de cada dia, momento em que o policial de plantão pegou o celular de volta e começou a sacanear com aquele grupo de estelionatários, se identificando como policial e ouviu de volta: “DESCULPA AI PULIÇA, ESSE FOI O GOLPE SCC, OU SEJA, SE COLAR COLOU, PORÉM FAIÔ”. 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

Em tempo: Aproveito a oportunidade para desejar UM FELIZ ANO NOVO cheio de muita paz, saúde, sucesso e muito amor a toda minha familia, amigos e leitores.

domingo, 3 de dezembro de 2017

CASOS DE VERDADE N° 196/17

Marival Furtado Vieira

Estando novamente adormecido em meus pensamentos rotineiros em busca de algo que me chamasse à atenção, memorizei um caso, também passado naquela pequena cidade e que passo a contar, mostrando ao internauta o quanto às vezes torna-se engraçado a rotina daqueles moradores, vamos lá.

Certo dia, por volta das seis da manhã, um morador daquela pacata cidadezinha, devidamente alcoolizado, entra naquela também pequena delegacia de polícia, para comunicar um fato e começa dizendo que se encontrava nas dependências da feira-livre local e que naquele momento, travava um bate-boca com um colega seu de profissão, ou seja, de "BIRITA", não sabendo ele que, no alto de sua inocência e o teor alcoólico já bastante elevado, estavam enfurecendo outro morador, pioneiro do lugar, que os observavam desde o início aquele vai-não vai, que já durava em torno de vinte minutos, porém, a cada momento enfezava-se e irritava-se com os dois "NOGENTOS", até tornar-se um gigante, levantando-se de sua mesa, quebrando por vez o seu silêncio e indo em direção aos dois, afastando algumas bancas e mesas ali existentes e mandou que os dois "safados" resolvessem de vez suas pendengas no tapa, caso contrário, iria dar uma surra de cinto em ambos cachaceiros.

Como os dois biriteiros não entraram em luta corporal, até porque ficaram com medo de apanharem daquele cidadão, ambos saíram abraçados do local, momento em que foram abordados por aquele morador,  o qual sacou de seu cinto e começou a surrá-los, dizendo para os "safados" que quando se começa uma briga, esta deverá ter começo, meio e fim.

Após a narração dos fatos pelo "biriteiro" ao policial de plantão que ouvia atentamente, juntamente com aquele bafo insuportável de "pinga" de última qualidade, e aquela catinga já conhecida de "pé-inchado" que exalava por toda delegacia, também tirou seu cinto e colocou o "safado" pra correr.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.





terça-feira, 31 de outubro de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 195/17




Marival Furtado Vieira

Certa ocasião, um bandido bom de papo,  teria sido preso e encaminhado à delegacia de polícia daquela pequena e famosa cidadezinha, sendo em seguida lavrado seu flagrante por estelionato. Ao ser inquirido pela Autoridade policial, o marginal depôs a seu favor, explicando que ganhava a vida aplicando vários golpes em otários e,  que jamais usou algum tipo de violência, bem como, jamais teria feito uso de armas para aplicação de seus golpes, e que usava apenas a boa lábia, que segundo ainda aquele bandido safado, era muito difícil alguém NÃO CAIR em seus contos.

Ainda se vangloriando de seus feitos, contou seu último golpe, antes desse que teria caído por descuido, dizendo que em um dia de bastante movimento na cidade, ficou aproximadamente duas horas somente observando o vai e vem de motociclistas e dali pode concluir que seria muito fácil adquirir uma delas, pra ele legalmente, e aguardou o banco fechar,  escolheu uma motocicleta seminova e pensou consigo: É ESSA!

O proprietário da moto ao montar em seu veículo foi abordado educadamente pelo referido elemento, onde perguntava se aquele cidadão não queria vender seu veículo, pois segundo ele, teria gostado bastante da motocicleta e estaria ali pra comprar, dizendo ainda que pagaria acima do valor de mercado e a vista. O cidadão se interessou e pediu o valor bem acima de mercado, sendo aceito pelo comprador que pediu o número de sua conta, lhe dizendo que mandaria seu pai transferir para a referida conta o valor combinado.  Em seguida, ligou na frente do vendedor para uma pessoa e falou que teria achado a moto que serviria para seu pai e que o mesmo fizesse naquele momento a transferência do dinheiro para a conta “tal”, pois o proprietário estava ali com ele já na frente do banco aguardando tal transferência. Passado aproximadamente dez minutos, após o telefonema, ambos foram até ao caixa eletrônico e o comprador pediu ao vendedor que retirasse um extrato de sua conta corrente e assim sendo feito, onde aparecia o valor combinado creditado em sua conta. De imediato, foram ao Cartório local e aquele vendedor otário, transferiu seu veículo para o safado bandido.

Como naquela cidadezinha a maioria de seus moradores, são gananciosos e sempre gostam de levarem vantagem em tudo, porém, o vendedor não observou que no final de seu extrato estava à observação que o valor seria liberado no dia seguinte. Imagina o que aconteceu? 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 194/17

Marival Furtado Vieira



Era uma vez e dessa vez, como sempre em meus casos de verdade, aconteceu um fato naquela cidadezinha, o qual passo a contar...

Estava acontecendo uma vias de fato (briga) em plena avenida, entre vários jovens, que se encontravam até aquele momento (onze da noite),  se divertindo e enchendo a cara de água que não era benta, isso eu lhes garanto.

Ali naquela avenida sempre foi ponto de encontros entre jovens tanto do sexo masculino como feminino, senhores e senhoras, principalmente as ditas damas da noite e alguns noiados infiltrados pelo meio, enfim, todo tipo de gente em busca de aventura, sexo, droga e muita cachaça, já que naquela pequena cidade as opções de divertimento são pouquíssimas, e por isso mesmo, aquele local sempre foi bastante concorrido, principalmente aos finais de semana.
briga se alastrava pelo meio da avenida, chegando ao ponto de interditar a referida via, não dando inclusive passagem aos veículos que tentavam de todas as formas furar o bloqueio, a fim de seguirem seu destino, porém,  naquele momento estava sendo impossível e a fila de automotores parados,  aumentava a cada minuto, aguardando terminar aquela infindável briga, já que não podiam passar, o jeito era parar e automaticamente assistir a danada da briga.

Ali nesta pequena comunidade,  é realmente uma cidade onde existem muitos malucos e mais um destes,  ao chegar com seu veículo no local, desceu, observou e se informou o que estava acontecendo, voltou até seu veículo,  pegou uma arma de fogo, tipo uma espingarda calibre 12 e mandou fogo pro alto e gritou: “VAMOS PARAR COM ESTA BRIGA, POIS PRECISO PASSAR COM MEU CARRO, CASO NÃO PAREM VOU COMEÇAR À ATIRAR NA BUNDA DOS BRIGÕES”. 

E neste momento era gente correndo pra tudo que era lado e segundo as más línguas, tem gente sumida até hoje. 

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.



quinta-feira, 31 de agosto de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 193/17

Marival Furtado Vieira

Era um domingo daqueles que parecia uma sexta-feira ou sábado, de tanto problema que acontecera naquela delegacia de polícia e para que eu não esqueça, tirei um caso entre muitos, para repassar aos leitores  e mostrar que nesta cidadezinha, realmente ocorre inúmeros casos idênticos, rotineiros e muito engraçado.

Um cidadão e sua ex-esposa, ambos com a idade um tanto avançada, dá entrada através da PM, naquela pequena delegacia de polícia. Segundo o sujeito, teria encontrado sua ex, tomando umas e outras, em um barzinho, acompanhada por alguns amigos (?) do referido cidadão, o qual passou a agredi-la com tapas, pontapés e rasgando suas vestes, por achar que a mesma estava se oferecendo para seus amigos, (mui amigos!) ali presentes.

Ocorre que o elemento, é igual a um cachorro, não querendo largar o osso, apesar de já estar separado há quase um ano, acha-se no direito de controlar os passos daquela que um dia foi sua mulher e mãe de seus dois filhos e segundo o bendito, até hoje ainda morre de ciúmes da comadre, pois tem esperança em reconciliar-se com aquela que disse em sua cara, que o beleza, podia tirar seu cavalinho da chuva, até porque não pretende nunca mais viver em companhia daquele elemento.

Sabendo da intenção de sua ex, o dito cidadão entra em parafuso, e muito nervoso, sem perceber a presença do policial de plantão, AMEAÇA a bacana, dizendo que se ele vê a mesma com outro homem, irá MATÁ-LA, depois MATARÁ o homem que estiver com ela e em seguida se MATARÁ. É muita covardia! E, segundo a BIBLIA SAGRADA, safado se realmente cumprir a terceira ameaça, ou seja o seu suicídio, irá direto para o  inferno. Acho é pouco!. 


Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 192/17


Marival Furtado Vieira



Uma jovem senhora aproximando-se de seus trinta anos de idade, vivendo em total harmonia com seu esposo, ela trabalhando em uma grande faculdade, enquanto ele, em um laboratório também de grande porte, e ambos quase sem tempo, pois trabalham a uns dez quilômetros de distância de sua residência, saindo para o trabalho as seis da matina e só retornando por volta das dez da noite.

Observem que o tempo disponível que o casal tem a seu favor, contando com trânsito, higiene pessoal, limpeza de casa, lavagem de roupa, e confecção de suas refeições, e mesmo assim, sem querer querendo, como diz certo comediante, também mesmo sem tempo, encontraram um tempinho para fazerem um bebezinho e fizeram, pois foi confirmado através de exames, e estes não falham.

Esta mesma jovem senhora liga para seu pai e comunica o fato, dizendo "Pai, tu vai ser avô de novo”, e o referido pai assusta-se com a notícia, pensando que se tratava de mais netos vindos por parte de seus dois filhos, que não se cansam de fazerem mais e mais filhos e, por conseguinte mais e mais netos. No entanto, e prosseguindo com a notícia, sua filha após informar que o neto que estaria vindo desta vez, seria por parte dela e seu esposo, sendo o primeiro daquela união e começou a chorar, dizendo que não esperava pra agora, pois tinha muita coisa em mente ainda, antes de planejar este primeiro filho.

O novo avô então, ainda emocionado com aquela bela notícia, responde para sua filha, "Ô filha, porque estás chorando? Pois estou muito feliz neste momento, sabes de uma coisa? eu estava torcendo por isso”. Pois te vi nascer, e hoje já estás produzindo, porém, Deus sabe o momento certo. Este é mais um Caso de Verdade, e o avô personagem SOU EU MESMO.

Nesse próximo final de semana (sábado), Clarinha como é chamada carinhosamente, fará sua festinha de oito anos, lá no clube de seu residencial e lógico que estarei lá. Nem parece que ao vir ao mundo, o vô Val estava lá ansioso pela primeira filha de sua filha Marcela. Parabéns meu amor e que Deus continue te abençoando.


sexta-feira, 30 de junho de 2017

CASOS DE VERDADE Nº 191/17

Marival Furtado Vieira


Um jovem acima dos vinte anos de idade começou a se envolver com drogas ainda aos dez anos, sendo frequentador assíduo desde as casas de menores e hoje, usuário ativo da única casa de detenção, ou melhor, da cadeia pública, existente naquela pequena cidade.

O referido jovem é conhecido pela alcunha de “SAÚVA”, pois é considerado uma verdadeira praga  a qual vive carregando para sua residência,  objetos furtados na calada da  noite, enquanto seu velho pai, já alquebrado pelo sofrimento de vê-lo nesta situação, com frequência vem acionando o “190” e devolvendo tais objetos, os quais a PM encaminha a Delegacia de Polícia  e esta posteriormente depois  de  provado, são devolvidos a seus proprietários.

Em uma época não muito distante, alguns moradores do bairro onde SAÚVA reside, procurou ajudá-lo a tirar das drogas e, por conseguinte da prática de furtos e roubos, fazendo como se diz no dito popular, uma vaquinha e internaram o referido elemento em uma casa de repouso na capital, onde este ficou apenas dois dias, fugindo dali e retornando ao seio daquela cidadezinha, se dizendo amaldiçoado e que pretendia que alguém o matasse, inclusive já tendo feito tal pedido verbalmente a sua Excelência o Dr. Juiz daquela comarca, onde este, apenas mandou o safado de volta pra cadeia para continuar vendo o sol nascer quadrado, após várias ocorrências pendentes de furtos, praticado por aquele noiado.

Ao retornar para a cadeia pública, foi logo avisando que não pretendia se matar, porém quem quisesse fazê-lo, que a oportunidade seria aquela, pois não estaria se importando mais com sua vida. De imediato, um preso daquele estilo, ou seja: dois por dois, pesando aproximadamente 120 kg, levantou SAÚVA pelo colarinho e quebrou o mesmo no cacete enquanto este lhe pedia até pelo amor de DEUS para que o bruta montes lhe deixasse viver, pois se dizia um bravateiro.

O resultado da peia foram três dentes quebrados, uma costela fraturada, uma lesão profunda no olho direito e certa quantidade de hematomas pelo corpo.

Este é mais um caso de verdade é qualquer semelhança é mera coincidência.