domingo, 29 de novembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 059/09


Marival Furtado Vieira

Como minha memória ainda continua reproduzindo lembranças de casos e mais casos, vou contar este que é passado em PIRA PIRA PIROU e que esta cidadezinha se parece muito com a cidade de Valadares-MG, tendo em vista que muitos de seus moradores partem em busca de dólares em países como Estados Unidos, Espanha, Portugal e outros, e na maioria das vezes quebram a cara, vamos lá...

A mulher de um trabalhador de Pira Pira Pirou, resolve então procurar suas melhoras e pra isso, conversa com seu querido e estimado esposo e o mesmo concorda que a fulana parta em busca do tão sonhado “TRABALHO” nos Estados Unidos. Pois naquela ocasião (2002/2003), estava uma febre danada de PIRAPIRAPIRENSE, cruzando clandestinamente o oceano a procura do já tão falado dólar, que então girava em torno de três por um. Aquela esposa, viajou e por lá passou mais ou menos sete anos “TRABALHANDO” e segundo as más línguas, o trabalho daquela senhora também era muito prazeroso para a mesma. Deixa pra lá, continuando, aquela jovem senhora e mãe de quatro filhos, os quais ficaram em companhia do pai, conseguiu enviar apenas, um montante de aproximadamente U$ 10.000 (Dez Mil Dólares) para seu primo, para que este investisse em gado e o safado do primo vazou de PIRA PIRA PIROU com os dólares da otária, pois esta não confiou no maridão.

Antes porém, após dois anos de moradia fixa nos Estados Unidos, seu marido achando-se solitário, arranjou uma companheira e a levou pra dentro de casa, e inclusive pede a separação na justiça daquela que se dizia sua esposa. Passa-se os anos, e aquela mulher retorna do primeiro mundo e descarrega toda sua bagagem na casa daquele que um dia teria sido seu marido e pai de seus filhos. Ao tomar conhecimento que seu amado estava com outra, a mesma rodou a baiana, gritando e berrando e partindo pra cima da coitada da companheira de seu marido, que nada pode fazer, e, caiu na braquiária, e que segundo comentários, nunca mais apareceu e a bacana se apossou novamente de seu lar e de seu marido e pelo que parece, estão felizes, já inclusive pensando em desfazer daquela separação judicial. Isto é PIRA PIRA PIROU. Qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 22 de novembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 058/09


Marival Furtado Vieira

Este é um dos casos que, nem minha memória ainda fértil, seria capaz de identificá-lo, até porque parece brincadeira, porém não é, e trata-se de caso ainda muito recente.

Estando um cidadão de PIRA PIRA PIROU, trabalhando em sua roça e como mora sozinho, deixou sua residência fechada e guardou a chave no lugar de sempre (onde pensava que só ele sabia, no entanto só duas pessoas sabiam, DEUS E O MUNDO), porém ao retornar, tomou conhecimento por terceiros que dois elementos teriam entrado em seu lar e danificado sua televisão, jogando um líquido, parecendo detergente, também cortaram o fio da tomada da geladeira e ainda riscaram a mesma com a ponta de um prego, fazendo ai, alguns desenhos mal feitos em sua porta e ainda por cima aproveitaram e também riscaram com a mesma ponta de prego, seu guarda-roupa. Em seguida, achando que ainda era pouco, a dupla danosa cortou com uma faca o seu colchão, deixando em tiras, e por último, aqueles dois ainda queimaram os documentos pessoais da vítima e jogaram fora a chave de sua residência, transformando ai, um verdadeiro ritual de vandalismo.

Aquele trabalhador depois de observar o acontecido acionou a polícia, à qual após verificar os fatos, saíram em diligência, afim de buscarem aquela dupla malfeitora e por sorte, os localizaram, na maior tranquilidade e no repouso de sua residência, sendo que um dos elementos tomava sua bela mamadeira, ainda de fralda, enquanto o outro, deitado em um sofá, chupando dedo e ligado na televisão, assistindo um filme, onde naquela ocasião passava o malvado PICA-PAU. Moral da história: Um dos infratores ainda usa fralda, enquanto o outro, maior um pouquinho que o primeiro, é quem cuida deste, pois seus pais trabalham fora. É mole ou quer mais? Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança, é mera coincidência.

domingo, 15 de novembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 057/09


Marival Furtado Vieira

Na busca de mais um caso, percorri pelas veias imaginárias de minha memoria, até conseguir este, e que passo a narrar para que o internauta, percebeba que nesta cidadezinha, existe sim, malucos a vontade...

Em PIRA PIRA PIROU existe bastante casos parecidos e um deles passo a contar, onde seus personagens são agricultores e proprietários de pequenas chácaras, de onde tiram seus sustentos, plantando o café, o milho, o arroz e principamente o feijão. Um de seus moradores, e morador da zona rural, um cara extremamente esquisito e cheio de manias, inclusive tomando remédio controlado, pois vive dando uma de maluco, arrendou sua propriedade para um outro agricultor e ambos mandaram fazer um contrato, onde suas cláusulas determina os direitos e deveres daqueles senhores.

Porém, o proprietário maluco, após fazer o negócio com aquele agricultor, não vem respeitando o contrato e acha-se no direito de dizer o que deve ou não ser feito em suas terras, nestas alturas, já arrendadas, inclusive dando uma de fiscal, onde começou a encher o saco do outro que já não podia mais trabalhar, tendo em vista que aquele palpiteiro, vivia ditando normas e chegando ao ponto de xingá-lo com palavras de baixo calão e este, já não suportando mais tanta aporrinhação, vai até aquela pequena delegacia denunciar o fato, dizendo que aquele nojento vive a lhe perturbar, não deixando mais o mesmo trabalhar a terra e chegando até a lhe difamar, chamando-o de preguiçoso, vagabundo e safado. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 8 de novembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 056/09


Marival Furtado Vieira

Em recente passeada pela minha memória, à qual ainda encontra-se funcionando normalmente e recheada de casos, busquei mais este, o qual é passado também em PIRA PIRA PIROU e é um complemento do Casos de Verdade nº 038/09, de 05.07.09, onde seus personagens são velhos conhecidos daquela pequena Delegacia de Polícia.

Após alguns meses passados da última ocorrência policial, aquela mulher continuou recebendo ameaças, difamações, perturbações e muitas palavras de baixo calão por parte daquele seu ex-marido, o qual continua rondando sua casa, apesar de já ter sido expedido pela justiça uma Medida Protetiva, onde o figuraço não poderá nem ao menos passar à 100 mts de proximidade daquela casa, porém, o safado dorme no quintal da casa daquela sua ex-amada, (para os outros) fazendo da tampa do poço ou até mesmo os degraus da porta dos fundos de sua cama, passando a ser o UM CÃO DE GUARDA.

Como sua ex-mulher achando que aquilo estava demais, pegou uma faca e lhe meteu nas costas, após o bicho chegar embriagado e budejando frases de ofenças para a mesma, e em seguida, esta, acionou o 190 para resolver o caso, e o canalha ao ser abordado pela guarnição da PM, foi logo dizendo como sempre faz, que aquela furada nas costas, teria sido resultado de uma briga sua com um amigo seu de cachaça, tirando ali mais uma vez a responsabilidade de sua ex-mulher.
Então, aquela guarnição encaminhou ambos para a Delegacia, sendo ele, conduzido até ao Posto de Saúde daquela cidadezinha, afim de ser submetido a Corpo de Delito e após ser atendido e liberado pelo médico de plantão, foi apresentado naquela instituição policial, onde o mesmo seria recolhido, até porque, tinha aquela Medida Protetiva a ser cumprida e neste momento, o artista entrou em coma, sendo novamente encaminhado ao referido posto de saúde, por lá ficando em observação. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 1 de novembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 055/09


Marival Furtado Vieira


Enquanto minha preciosa mente não começar entrar em parafuso, estarei sempre em busca de algum caso, navegando pelos líquidos cefálicos, afim de não esquecer nenhum detalhe, que possa passar batido... Então vamos lá

Como Pira Pira Pirou é uma cidade rural, a maioria de seus agricultores, são proprietários de motocicletas, onde esta condução serve de transporte para aqueles trabalhadores deslocarem-se até a rua, como já bem disse antes, que trata-se do centro da cidade. E um desses agricultores, morador em uma chácara à 40 km distante do centro de Pira Pira Pirou, ao chegar no meio do caminho, vindo para a cidade, parou, onde encontra-se um boteco de beira de estrada, conhechido por estas bandas como boliche, tomou umas e outras, gostou e foi ficando e tomando mais algumas, até embriagar-se e a certa altura, pegou sua moto e continuou sua viagem com destino a rua, apesar dos pedidos de diversos populares que se encontravam naquele ambiente.


Uns 05 km após deixar aquele local, o referido motoqueiro veio a CAIR de seu veículo, ficando imóvel dentro de um matagal as margens da estrada, apenas com as pernas pra fora, enquanto a motocicleta encontrava-se caída e ainda funcionando, do outro lado daquele condutor irresponsável e porque não dizer cachaceiro. Alguns populares e moradores daquela região, foi ao local e verificou que ali tinha um corpo inerte e portanto, acharam que o referido encontrava-se morto e acionaram a Policia Militar e a Policia Civil, que saíram em busca do mesmo, como em busca das primeiras informações sobre o acidente e a provável morte daquele pinguço.

Chegando ao local, a polícia verificou que aquele safado trabalhador, estava apenas em coma alcoólica e não sofrera nem uma lesão ou escoriação, pois caíra em cima do mato, sendo amortecida sua queda e ali mesmo pegou no sono, tirando uma palhinha como se estivesse em sua própria casa. E após muita luta para acordá-lo, o mesmo ainda espreguiçou-se, momento que os policiais envolvidos na operação, e já zangados pelo fato daquele bêbado lhes tirarem de outra ocorrência, meteu-lhe a argola nos punhos, jogando-o dentro do camburão e entregando-o naquela Delegacia, juntamente com sua moto. E pra terminar, o safado foi tirar o resto de sua palhinha no corró, e, segundo as más línguas, regado a chuveirada a noite toda, e na maior cara de pau. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança e mera coincidência.

domingo, 25 de outubro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 054/09


Marival Furtado Vieira

Estando como sempre faço, procurando por mais um caso ocorrido em PIRA PIRA PIROU, e automaticamente esforçando minha incançavel mente, localizei mais um, o qual passo a narrar..

Naquela cidadezinha, como já foi dito antes, a maioria de seus moradores são oriundos do sul, sudeste e centro-oeste de nosso país e portanto, trouxeram para Pira Pira Pirou, seus modos e principalmente, seus costumes, dos quais um dos mais fortes, é o fato dos mesmos TOMAREM CHIMARRÃO regado a muita conversa, pois os costumes daqui são de se juntarem em uma grande roda, fazendo tipo ROLETA RUSSA, onde aquela cuia com sua bombinha, é passada de mão em mão, ou melhor, de boca em boca. Como PIRA PIRA PIROU fica na região norte, onde seus costumes são realmente do nortista, dificilmente alguém do sul, sudeste e centro-oeste, conhece a farinha d’água, a farinha de tapioca, o açai, a pupunha, o tucumã, o tacacá, o vatapá, cuscuz, enfim, comida de nortista.

Um desses camarada nortista, morador de Pira Pira Pirou, não largou seus costumes, principalmente de tomar açai com farinha d’água, produtos estes vindo importados da capital, pois por aqui, não se acha a dupla, até porque não teria comércio para tal paixão dos poucos nortistas aqui radicados. Continuando, aquele nortista saboreava seu açai em frente de sua residência, momento em que chega um sulista, famoso tomador de chimarrão e começa a gozar aquele pirapirapirense nato, dizendo que aquilo era porcaria e a resposta daquele caboclo foi imediata, dizendo: PORCARIA É AQUILO QUE VOCÊS CHAMAM DE CHIMARRÃO, POIS ALI VAI CUSPE DE TODO MUNDO E VOCÊS ENGOLEM AQUELE CUSPE TEMPERADO COM SALIVA E PELO JEITO É COISA DE MACHO, TCHÊ. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança e mera coincidência.

domingo, 18 de outubro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 053/09

Marival Furtado Vieira



Em um pequeno toque nas veias adormecidas de minha memória em busca de casos ocorridos no passado, e em um cantinho enroscado a massa cefálica, encontrei mais um, logicamente passado em PIRA PIRA PIROU...

Quase todos os biriteiros que se casam e acreditam que ainda são solteiros e passam noites em farras, entre amigos, jogatinas e romances amorosos, esquecendo-se de suas casas e por conseguinte de suas esposas e filhos. E um desses camaradas, morador antigo de PIRA PIRA PIROU, pai de dois filhos adolescentes que lhe adoravam, tinha uns amigos fiéis de fim de semana e de copo, os quais eram considerados como seus irmãos e eram uns tremendos gozadores, pois viviam contando piadas e tirando sarro dos amigos e principalmente daquele cabeçudo, como era conhecido e chamado pelo grupo, aquele pai e cachaceiro.

Era um final de semana como de costume para aquele grupo de amigos e como sempre faziam, um deles começou tirando sarro do cabeçudo e dizendo que sua mulher (do cabeçudo) teria espalhado na vizinhança que o mesmo mijava na cama depois que chegava da cachaçada, pois segundo ela, o colchão vivia ensopado e era impossível alguém dormir com aquela catinga e toda vez que acontecia tal fato, a mesma dormia no sofá, enquanto aquele pinguço dormia ao aroma de seu próprio mijo.

Após ouvir atentamente a gozação que estavam lhe empondo, o cabeçudo saiu de mansinho, sem ninguém perceber e foi até sua casa, e lá chegando, tirou o colchão da cama, colocou em cima do carro e foi até aquele bar, onde se encontrava momento antes com seus amigos e chamou-os e mostrou-os o colchão, virando de um lado e de outro e perguntando se alí tinha sinal de mijo. Em seguida, achando-se ofendido e sem nenhuma resposta do grupo, dirigiu-se a Delegacia de Polícia para registrar uma ocorrência de difamação contra seus amigos. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança e mera coincidência.

domingo, 11 de outubro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 052/09



Marival Furtado Vieira


Voltando a normalidade, após o meu último caso, e realizando mais uma pesquisa pela minha memória em busca de novos fatos ocorridos em PIRA PIRA PIROU, encontrei mais um, então vamos ao que interessa...

A maioria dos homens daqui são movidos por uma paixão, mais parecido com um feitiço e considerado como diabólico. Impressionante! Vivem a maior parte da vida tomados pelo o amor da pessoa amada, e que nunca são correspondidos, geralmente uma biscate, tilanga e outros adjetivos como é conhecido por aqui a mulher que vive pulando a cerca, porém, os mesmos homens, aceitam inclusive um triângulo amoroso, mesmo ameaçando da boca pra fora e denegrindo o famoso pé de pano. Só não aceitam que aquela que se diz sua esposa, lhe deixe e vá embora, ai o caso passa a ser muito sério, pois estes se revoltam e chegam inclusive a MATAR, não a mulher e sim o seu Ricardão e em raras vezes, apaga sua amada e vão pra cadeia feliz da vida. Isto quando os próprios, não se suicidam.



Em PIRA PIRA PIROU, como já diz o nome da cidade, é um local de muitos loucos, malucos e pirados, embora seja uma cidade ordeira e de muita produção agrícola. Alguns de seus moradores, aqueles que se dizem apaixonados, deixam seus empregos ou suas glebas abandonadas, e ficam vivendo em função de um amor que não é recíproco, sendo taxados de escravos do amor e que as vezes, os levam a sua destruição total.

Este caso serve apenas de alerta, para os RICARDÕES e PÉS-DE-PANO de PIRA PIRA PIROU, até porque, já vi acontecer não uma, mais várias mortes envolvendo aqueles que se achavam os verdadeiros DON JUAN’s. E, estas mortes, logicamente executadas por aqueles que usam o seu bom CHAPÉU DE TOURO. Este é mais um caso de verdade, e qualquer semelhança, é mera coincidência.

sábado, 3 de outubro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 051/09


Marival Furtado Vieira

Este é um caso que estou desarquivando de minha memória e, que ainda está quentinho, passado na cidade de ALTA FLORESTA D'OESTE e não em PIRA PIRA PIROU, o qual é um caso diferenciado dos demais, até porque, é para chamar à atenção de seus moradores, principalmente os sitiantes e chacareiros DAQUI e dos demais municípios de nossa Rondônia. HOJE, O CASO É SERÍSSIMO.
Tempos atrás, aqueles sitiantes e chacareiros, faziam uso do cavalo, do burro, do boi e da carroça como meios de transportes e demais serviços relacionados com a roça. Hoje, com o avanço da tecnologia, os mesmos trabalhadores rurais, trocaram SEUS ANIMAIS IRRACIONAIS por ANIMAIS MOTORIZADOS (motocicletas), também irracionais, e que MATAM. Na maioria das casas, facilmente encontra-se, uma, duas, três ou quatro motos, às quais servem de transportes para toda à família, também para tocar o gado e fazer outros serviços. Ocorre que, com o aumento excessivo de motocicletas, ALTA FLORESTA ficou pequena demais e sem nenhum controle por partes do órgãos envolvidos, servindo hoje a cidade de pista de corrida, malabarismo e exibicionismo para a alguns de seus condutores, e isso, como se diz por aqui, É DE MAMANDO A CADUCANDO, onde estes exibicionistas vem colocando suas vidas, bem como a de terceiros em risco, e ainda mais que a maioria dos pedestres do centro desta cidade, ainda imaginam que estão na roça e andam DESPREOCUPADAMENTE E EMPARELHADOS , tomando conta da via. E, se os condutores quiserem, que os desviem, pois eles não se importam com as motocicletas, bem como com outros veículos. É UM ABSURDO. A fiscalização de trânsito de ALTA FLORESTA, já está na hora de tomar uma atitude, pois por aqui, não existe PREFERÊNCIA para a maioria de seus motoqueiros e alguns motoristas irresponsáveis, apesar de pelo menos o centro, encontrar-se totalmente e bem sinalizado, porém não sendo respeitado pelos malucos desta cidade.

Para os condutores de veículos de ALTA FLORESTA, principalmente os que se dizem pilotos de motos, sentirem na pele como ficou um motoqueiro que trafegava em alta velocidade por uma rodovia daqui, ao tentar ultrapassar dois caminhões em um local perigoso e porque não dizer, proibido, onde veio a COLIDIR FRONTALMENTE com uma CAMIONETE, tipo três quarto, que trafegava em sentido oposto. Sabe o que aconteceu com ele? Vou dizer: O coitado que Deus o tenha, com a colisão, sua moto pegou fogo e explodiu, ficando apenas um amontoado de ferro retorcido, sua cabeça caiu em cima do banco do motorista da camionete, como se fosse uma bola de futebol, sua perna totalmente decepada e por último, deu no que deu. MORTE TRÁGICA.
 
Que este fato, sirva de exemplo para aqueles que praticam a DIREÇÃO PERIGOSA e que os mesmos reflitam o quanto é perigoso o uso imprudente e o porte desta arma chamada MOTOCICLETA. Estou postando aqui, algumas fotos da moto e da camionete, para que façam um reflexão mais profunda e valorizem a vida que é de DEUS. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência. Cem por cento verdade.

domingo, 27 de setembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 050/09


Marival Furtado Vieira

Ainda que um pouco recente, foi preciso mais que um simples mergulho pela minha mente ainda em evolução, em busca deste caso...

Uma moça vinda do interior de um dos estados do Brasil, ainda jovem, em busca de uma vida melhor, uma vez que, à mesma sofria com a fome e a miséria, juntamente com sua família, e aportando em PIRA PIRA PIROU, trazendo na bagagem, além de suas minguadas roupas, apenas a beleza de sua juventude, que, naquela ocasião, era uma das mais belas daquela cidadezinha ordeira e de gente trabalhadora.

Ao se instalar de aluguel, em uma pequena e humilde casa de madeira, com toda a sua família, de imediato, sua beleza chamou à atenção de um figuraço da sociedade pirapirapirense, que a fez de sua AMANTE e com isso, passando, aquela jovem e linda moça a ser a OUTRA.



Como aquele figuraço era endinheirado, comprou uma bela casa toda mobiliada, com uma área coberta de aproximadamente 600m2, com direito a piscina, carros e tudo que um rico dispõe para seu padrão de vida e passou em nome daquela Linda Mulher.

Após trinta anos de uma vida conjugal dupla, aquela jovem já não era mais a mesma, tendo perdido o vigor de sua beleza e com ela, sua juventude, chegando inclusive a engordar mais de trinta quilos e se transformando em uma jogadora viciada em cartas, passando a noite fumando, bebendo e por conseguinte, gastando o dinheiro que seu amante vinha lhe dando durante os anos.
Achando que era pouco, a ex-bela, sentindo-se rejeitada pelo figuraço que já não tinha mais ciúmes, apesar de mantê-la com toda regalia de antes, até esta se enrabichar com um molecão, mantendo este, com carro, roupas, dinheiro e viagens. Após um ano de curtição, o safado lhe deu um pé na b... e vazou fora, deixando aquela quase dama, sem nada, tendo esta que vender sua mansão e já com raiva da vida, gastou tudo em noitadas, jogatinas, novas amizades e até prostituição. Como diz o Zeca Pagodinho: “VACILOU, ME TIROU PRA MANE, NÃO PENSOU, VAI VOLTAR PRA RALÉ, JÁ TÁ PROVADO QUEM NUNCA COMEU MELADO, SE LAMBUZA ATÉ O PÉ”. E voltou. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 20 de setembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 049/09


Marival Furtado Vieira

Como um peixe que mergulha na água, aqui estou mergulhando pelas veias imaginárias de minha memória, somente em busca de mais um caso, e bem lá no fundo, encontrei este, que como os outros, também, passado na cidade fictícia de PIRA PIRA PIROU. Lá vai...

Estava a cidadezinha em festa, e como os seus moradores, que diga-se de passagem, a maioria, trabalhadora e que labutam de sol a sol, porém, nestas datas festivas, aproveitam o máximo, com festança na praça local e após, dançando muito forró na única casa de show, apelidada de “Xerecão”. Enquanto a minoria, filhos de trabalhadores e alguns pés-inchados, que não tiveram a sorte de muitos outros e caíram nas “drogas” e hoje, são totalmente dependentes químicos e alcoolátras que, vivem praticando pequenos furtos, para manterem seus vícios, porém participam das festas, tanto na praça local como no rala-bucho Xerecão.

Um desses noiado, adentra a pequena Delegacia de Polícia e pede ao policial de plantão que deseja ver sua nova amante, também noiada, pois esta havia entrado em vias de fato com a ex-amante do referido figuraço, a qual também fazia parte do grupo. Como aquele amante nogento, encontrava-se embriagado, sujo e cheirando mal, o policial pediu educadamente para o mesmo retirar-se, inclusive informando que as duas bacanas tinham sido liberadas, até porque, ambas manifestaram o desejo de não representarem uma contra a outra. No entanto, o referido elemento, ainda de porre, falava mais do que a “preta do leite” e dizia que queria ficar no lugar de sua nova amante, pensando ele que a mesma encontrava-se vendo o sol quadrado. Depois de muita explicação para aquele cachaceiro e noiado, o policial lhe falou: “Fulano é o seguinte, tu vaza daqui o mais rápido possível, se não te meto no corró e tem mais, se tu me aparecer aqui até as oito da noite, pode esperar, tu vai sarar tua cachaça no "xilindró” e o caboclo sumiu, levando junto sua catinga de bicho imundo.

Quinze minutos antes das oito da noite, deste mesmo dia, o vagabundo foi apresentado pela PM, a qual dizia que o mesmo estava perturbando o sossego da vizinhança, e o policial que após ver de quem se tratava, METEU-LHE NO CORRÓ, regado a muita água. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 13 de setembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 048/09


Marival Furtado Vieira

Estando em busca de mais um caso, e para isso, navegando pela curvas imaginárias de minha mente, localizei mais este, e como sempre, passado lá pela bandas de PIRA PIRA PIROU...

Como nesta cidadezinha, seus moradores em sua grande maioria, são oriundos da zona rural, portanto, não tiveram oportunidade de uma boa educação e qualquer problema que surge na família, correm em direção daquela pequena Delegacia de Polícia, a fim de registrarem uma ocorrência, pois aqueles moradores não sabem onde recorrerem e acreditam que tudo será resolvido pela Autoridade Policial.

Um jovem aproximando-se de seus vinte cinco anos, casado com uma jovem senhora na casa dos vinte, e ambos morando na casa do pai daquele jovem, e segundo aquela jovem senhora, seu marido dá uma de garanhão e fica paquerando tudo que é mulher, e segundo as más línguas, e que chegou até seus ouvidos que, o mesmo não dispensava nem gay e nem sapatão. Devorava tudo. Como aquela mulher já vinha à tempos suportando as traições de seu marido, a mesma após o maridão sair a caça de mais uma aventura, também fez o mesmo e vai em busca do famoso “chumbo trocado” e como já tinha alguém em mente, pois um vizinho seu sempre a paquerava, pegou o telefone do mesmo e o convidou para se encontrarem. E, como aquele vizinho estava louco pela mulher do garanhão, de imediato aceitou o convite e ambos se encontraram no famoso Motel de Pira Pira Pirou, chamado “MATINHO”, o qual fica em qualquer moita de café e ali foram resolvido os problemas sexuais de ambos.

O pai do jovem garanhão, após descobrir que sua nora também andava “costurando pra fora”, vai até aquela Delegacia de Polícia, exigir que a Autoridade Policial prenda aquela ingrata, pois segundo aquele paizão, o mesmo tratava sua nora como uma filha e a maldita além de trair seu filho, também traiu sua confiança e não iria mais aceitar aquela, como diz o velho, “safada” debaixo do mesmo teto e ainda diz para Autoridade Policial, que o mesmo tome as providências que se acharem necessárias. E o filho daquele senhor e por conseguinte, o marido daquela jovem, nem ao menos apareceu. Pelo jeito, o velho também "chegava junto", pois a preocupação maior era dele e não do marido, mas deixa pra lá. Só em Pira Pira Pirou. Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.

domingo, 6 de setembro de 2009

CASOS DE VERDADE Nº 047/09


Marival Furtado Vieira


Fazendo firula pela minha inesquecível mente, naveguei e encontrei mais um caso, o qual passou também em PIRA PIRA PIROU...

Como lá, a maioria de seus moradores são oriundos de outros estados do Brasil, fazendo-se assim, uma salada de modos e costumes, principalmente em seus vocabulários. E um destes moradores, também mineiro como narrei no caso anterior, saiu de PIRA PIRA PIROU e foi até a capital do estado para tratar de assuntos familiares, porém, este mesmo mineiro não estava acostumado em frequentar restaurantes chiques, e como foi convidado por um grupo de amigos para pegar um “rango” bacana, aceitou.

No horário marcado aquele grupo de amigos, todos oriundos de PIRA PIRA PIROU, juntaram-se e foram até o restaurante já previamente acertado, um restaurante tipo cinco estrelas. Ao adentrarem, foram acompanhados pelo garçon até a uma mesa, a qual estava devidamente decorada e com seus cardápios sobre ela. Os três amigos, fizeram seus pedidos após manuzearem os referidos cardápios, enquanto aquele mineiro, ficava a observar sem entender o que continha aqueles livrinhos pretos que seus amigos olhavam tanto.

O garçon fez o pedido dos três e como aquele mineiro não se manifestava, o referido garçon tentou ajudá-lo, pois já teria percebido que era uma pessoa que parecia ser do interior e lhe perguntou: A MODA DO CHEFF? Momento em que aquele senhor já de cabelos grisalhos, não teria ouvido direito a pergunta e pensou que estava sendo cobrado, levantou-se da mesa e disse para o garçon em voz áspera: Você me respeite, pois eu ainda nem comi nada e você já está pedindo para eu assinar o cheque? To voltando pra minha cidade, pois lá não tem isso não. 

Os amigos após ouvirem o desabafo do mineiro, lhe explicaram que o garçon estava apenas lhe oferecendo um tipo de comida, a qual era um prato a moda da casa, ou seja, uma receita do próprio cozinheiro. Então, após ouvir as explicações, o mesmo acalmou-se e segundo as más línguas, este, devorou como nunca a moda do cheff.

Este é mais um caso de verdade e qualquer semelhança é mera coincidência.